Economia continua a definhar
A Direcção da Organização Regional de Castelo Branco do PCP analisou a situação política, económica e social do País, concluindo que a situação no distrito, onde a economia continua a definhar, «é ainda mais grave que o quadro nacional». A situação caracteriza-se mesmo por mais deslocalizações de multinacionais e falências de pequenas e médias empresas, pela crescente desvalorização dos salários, reformas e pensões e pelo aumento da pobreza e exclusão social, da precariedade e do desemprego que, na região, atinge em sentido lato cerca de 20%, quase duplicando a média nacional.
Mas a situação do distrito é ainda agravada pela desertificação, assimetrias regionais e liquidação progressiva da agricultura familiar, diz o PCP, indignado com o PIDDAC de «miséria» que o Governo fez aprovar e que «desvaloriza o investimento público, faz aumentar os sacos azuis para as benesses clientelares e partidárias e acentua o centralismo na gestão dos recursos do Estado».
Não bastando, as Câmaras da Covilhã e do Fundão, «à boleia da política do governo de privatização da água, vendem aos interesses económicos os serviços de água e saneamento, pondo em causa o direito à água e os postos de trabalho».
Enfim, o distrito «continua um parente pobre e discriminado à mesa do Orçamento» e nada tem ganho com os deputados do PS e do PSD, que se têm revelado «incapazes de defender e fazer aprovar verdadeiras propostas para o desenvolvimento equilibrado do distrito». Tem sido o PCP e os seus deputados que têm defendido na AR e apresentado às populações propostas essenciais para o desenvolvimento regional, como sejam a criação de um Plano de Emergência de defesa do aparelho produtivo e dos postos de trabalho e um Plano Integrado de Desenvolvimento que, entre outras medidas, dê prioridade ao investimento produtivo, ao emprego com direitos e à qualificação profissional.
Mas a situação do distrito é ainda agravada pela desertificação, assimetrias regionais e liquidação progressiva da agricultura familiar, diz o PCP, indignado com o PIDDAC de «miséria» que o Governo fez aprovar e que «desvaloriza o investimento público, faz aumentar os sacos azuis para as benesses clientelares e partidárias e acentua o centralismo na gestão dos recursos do Estado».
Não bastando, as Câmaras da Covilhã e do Fundão, «à boleia da política do governo de privatização da água, vendem aos interesses económicos os serviços de água e saneamento, pondo em causa o direito à água e os postos de trabalho».
Enfim, o distrito «continua um parente pobre e discriminado à mesa do Orçamento» e nada tem ganho com os deputados do PS e do PSD, que se têm revelado «incapazes de defender e fazer aprovar verdadeiras propostas para o desenvolvimento equilibrado do distrito». Tem sido o PCP e os seus deputados que têm defendido na AR e apresentado às populações propostas essenciais para o desenvolvimento regional, como sejam a criação de um Plano de Emergência de defesa do aparelho produtivo e dos postos de trabalho e um Plano Integrado de Desenvolvimento que, entre outras medidas, dê prioridade ao investimento produtivo, ao emprego com direitos e à qualificação profissional.