Corticeiros debatem problemas
O PCP promoveu no sábado, 2 de Fevereiro, em São Paio de Oleiros, um encontro de trabalhadores corticeiros. Neste encontro foi feita uma análise aprofundada e actual do sector nas suas várias vertentes – económica, social e laboral – e foram apontadas medidas que salvaguardem os direitos destes trabalhadores.
Tendo por base um documento síntese, dezenas de participantes debateram de forma viva e incisiva os problemas mais sentidos pelos trabalhadores corticeiros. Entre eles estão o aumento do desemprego e da precariedade, os baixos salários e a discriminação salarial entre homens e mulheres, ou as ilegalidades cometidas, de que o lay-off é apenas um exemplo. Tudo isto num sector cujas grandes empresas (as mais poderosas pertencentes ao Grupo Amorim) exibem elevadas taxas de lucro.
Os trabalhadores presentes realçaram a importância da iniciativa e valorizaram o papel do PCP, não só na luta, mas igualmente na conjugação da luta de massas com a acção institucional, tanto nas autarquias como na Assembleia da República ou no Parlamento Europeu.
Encerrando o debate, a deputada comunista no Parlamento Europeu, Ilda Figueiredo, destacou o significado do encontro e exortou os presentes à continuação da luta e da mobilização dos trabalhadores corticeiros. Apesar da crescente ofensiva anti-laboral do Governo PS, os próprios desenvolvimentos recentes da situação política comprovam plenamente o valor da acção e da luta das populações e dos trabalhadores em defesa dos mais legítimos interesses, destacou a parlamentar comunista.
Há actualmente cerca de mil empresas do sector, a maior parte das quais de pequena e média dimensão. A esmagadora maioria delas – 825 – concentram-se no concelho de Santa Maria da Feira. No conjunto, estas empresas representam mais de oito mil postos de trabalho, sendo que só 30 empresas têm mais de 100 trabalhadores. Nos últimos anos, tem-se assistido à implantação de novas empresas em concelhos do Ribatejo e Alentejo. No mesmo período acentuou-se o domínio e controlo dos grandes grupos económicos no sector, em particular do Grupo Amorim.
Tendo por base um documento síntese, dezenas de participantes debateram de forma viva e incisiva os problemas mais sentidos pelos trabalhadores corticeiros. Entre eles estão o aumento do desemprego e da precariedade, os baixos salários e a discriminação salarial entre homens e mulheres, ou as ilegalidades cometidas, de que o lay-off é apenas um exemplo. Tudo isto num sector cujas grandes empresas (as mais poderosas pertencentes ao Grupo Amorim) exibem elevadas taxas de lucro.
Os trabalhadores presentes realçaram a importância da iniciativa e valorizaram o papel do PCP, não só na luta, mas igualmente na conjugação da luta de massas com a acção institucional, tanto nas autarquias como na Assembleia da República ou no Parlamento Europeu.
Encerrando o debate, a deputada comunista no Parlamento Europeu, Ilda Figueiredo, destacou o significado do encontro e exortou os presentes à continuação da luta e da mobilização dos trabalhadores corticeiros. Apesar da crescente ofensiva anti-laboral do Governo PS, os próprios desenvolvimentos recentes da situação política comprovam plenamente o valor da acção e da luta das populações e dos trabalhadores em defesa dos mais legítimos interesses, destacou a parlamentar comunista.
Há actualmente cerca de mil empresas do sector, a maior parte das quais de pequena e média dimensão. A esmagadora maioria delas – 825 – concentram-se no concelho de Santa Maria da Feira. No conjunto, estas empresas representam mais de oito mil postos de trabalho, sendo que só 30 empresas têm mais de 100 trabalhadores. Nos últimos anos, tem-se assistido à implantação de novas empresas em concelhos do Ribatejo e Alentejo. No mesmo período acentuou-se o domínio e controlo dos grandes grupos económicos no sector, em particular do Grupo Amorim.