Governo agrava pobreza
O secretário-geral do PCP esteve, sábado, em Vialonga, no concelho de Vila Franca de Xira, a almoçar com representantes de instituições de solidariedade social. Na ocasião, Jerónimo de Sousa insurgiu-se contra os discursos públicos e apelos à mobilização para combater a pobreza.
Em sua opinião, por muito que seja o esforço, o movimento associativo e os voluntários não podem substituir o papel do Estado. «Nós valorizamos a generosa participação dos que voluntariamente se mobilizam», afirmou o dirigente comunista. Mas «se não formos capazes de entender e atacar as causas da pobreza, não há esforço mais generoso que resolva o problema».
O secretário-geral do PCP acusou a política económica e social do Governo, e as leis laborais, de aumentarem as desigualdades sociais. A riqueza «não pode ficar concentrada em 500 famílias».
Para Jerónimo de Sousa, todos os indicadores indicam o «logro das promessas de combate à pobreza».
«Não é ser pessimista, mas não é preciso ser adivinho para saber que, com os novos aumentos dos salários, das reformas e pensões, a pobreza e a exclusão social vão aumentar em 2008», afirmou.
Em sua opinião, por muito que seja o esforço, o movimento associativo e os voluntários não podem substituir o papel do Estado. «Nós valorizamos a generosa participação dos que voluntariamente se mobilizam», afirmou o dirigente comunista. Mas «se não formos capazes de entender e atacar as causas da pobreza, não há esforço mais generoso que resolva o problema».
O secretário-geral do PCP acusou a política económica e social do Governo, e as leis laborais, de aumentarem as desigualdades sociais. A riqueza «não pode ficar concentrada em 500 famílias».
Para Jerónimo de Sousa, todos os indicadores indicam o «logro das promessas de combate à pobreza».
«Não é ser pessimista, mas não é preciso ser adivinho para saber que, com os novos aumentos dos salários, das reformas e pensões, a pobreza e a exclusão social vão aumentar em 2008», afirmou.