«Solidariedade, apoio e estímulo»
Jerónimo de Sousa deslocou-se terça feira à empresa cerâmica Ceres, de Coimbra, onde participou num plenário de trabalhadores, que têm o seu contrato suspenso há mais de um ano.
Lembrando que «quando se luta nem sempre se ganha, mas quando não se luta perde-se sempre», o secretário geral do PCP afirmou que, «perante a situação do País, e a política de abandono da produção nacional, se não fosse a persistência destes trabalhadores, a empresa já teria fechado».
«Como é que se pode entender que uma empresa que tem encomendas, que tem meios, que tem capacidade de produzir, que tem trabalhadores disponíveis não reabra», frisou, acusando o Governo de «falta de vontade política».
O PCP já apresentou, entretanto, dois requerimentos na Assembleia da República sobre este caso, e está disponível para fazer «um terceiro». «É um momento decisivo, se se dividirem, perdem», vincou Jerónimo de Sousa ao dirigir-se aos operários, a quem quis transmitir a sua «solidariedade, apoio e estímulo».
Antes, António Moreira da União de Sindicatos de Coimbra e Jorge Vicente, do Sindicato da Construção Civil, Cerâmicos e similares do Centro, fizeram o ponto de situação, lembrando «que a empresa tem tudo para ter sucesso, e que, pela sua parte os trabalhadores deram o sinal de que querem trabalhar ao suspender os contratos de trabalho, mantendo-se disponíveis para, a qualquer momento voltar ao seu posto».
Lembrando que «quando se luta nem sempre se ganha, mas quando não se luta perde-se sempre», o secretário geral do PCP afirmou que, «perante a situação do País, e a política de abandono da produção nacional, se não fosse a persistência destes trabalhadores, a empresa já teria fechado».
«Como é que se pode entender que uma empresa que tem encomendas, que tem meios, que tem capacidade de produzir, que tem trabalhadores disponíveis não reabra», frisou, acusando o Governo de «falta de vontade política».
O PCP já apresentou, entretanto, dois requerimentos na Assembleia da República sobre este caso, e está disponível para fazer «um terceiro». «É um momento decisivo, se se dividirem, perdem», vincou Jerónimo de Sousa ao dirigir-se aos operários, a quem quis transmitir a sua «solidariedade, apoio e estímulo».
Antes, António Moreira da União de Sindicatos de Coimbra e Jorge Vicente, do Sindicato da Construção Civil, Cerâmicos e similares do Centro, fizeram o ponto de situação, lembrando «que a empresa tem tudo para ter sucesso, e que, pela sua parte os trabalhadores deram o sinal de que querem trabalhar ao suspender os contratos de trabalho, mantendo-se disponíveis para, a qualquer momento voltar ao seu posto».