PCP exige aumento dos salários
Comentando o anuncio da fixação do valor do salário mínimo nacional para 426 euros, o PCP exige um aumento geral dos salários dos trabalhadores que constituirá um elemento importante de combate à pobreza e de promoção da justiça social.
Degradação do poder se compra de parte importante dos trabalhadores
Em nota do Gabinete de Imprensa, o PCP sublinha que o valor acordado constitui uma derrota da estratégia das associações patronais, «a que o Governo se preparava para se associar, visando pôr em causa o que estava acordado e estabelecer um valor muito abaixo dos 426,5 euros, base de progressão para os 450 euros em início de 2009».
«O estabelecimento deste valor do salário mínimo nacional (SMN) para 2008, na concretização do acordo estabelecido o ano passado, apesar de estar longe de responder às necessidades da vida dos trabalhadores, só foi possível com a forte e persistente luta dos trabalhadores dinamizada pela CGTP-IN, que derrotou a estratégia de degradação do poder de compra e o ataque ao SMN», acentuam os comunistas, lembrando que, mesmo assim, «as associações patronais, a pretexto do rompimento do acordo estabelecido, contaram com a conivência do Governo e com novos favores que este lhes facultou».
No documento, enviado terça-feira aos jornalistas, o PCP salienta ainda que «a situação nacional, o fraco crescimento económico, as gritantes injustiças sociais, a degradação do poder se compra de parte importante dos trabalhadores, exigem um aumento geral dos salários que, tal como o aumento do SMN, constitui um elemento importante de combate à pobreza e de promoção da justiça social e um factor essencial de estímulo à elevação do perfil produtivo e ao desenvolvimento económico do País».
«O estabelecimento deste valor do salário mínimo nacional (SMN) para 2008, na concretização do acordo estabelecido o ano passado, apesar de estar longe de responder às necessidades da vida dos trabalhadores, só foi possível com a forte e persistente luta dos trabalhadores dinamizada pela CGTP-IN, que derrotou a estratégia de degradação do poder de compra e o ataque ao SMN», acentuam os comunistas, lembrando que, mesmo assim, «as associações patronais, a pretexto do rompimento do acordo estabelecido, contaram com a conivência do Governo e com novos favores que este lhes facultou».
No documento, enviado terça-feira aos jornalistas, o PCP salienta ainda que «a situação nacional, o fraco crescimento económico, as gritantes injustiças sociais, a degradação do poder se compra de parte importante dos trabalhadores, exigem um aumento geral dos salários que, tal como o aumento do SMN, constitui um elemento importante de combate à pobreza e de promoção da justiça social e um factor essencial de estímulo à elevação do perfil produtivo e ao desenvolvimento económico do País».