Greve geral contra políticas de Prodi
Centenas de milhares de trabalhadores italianos de variadíssimos sectores aderiram à greve geral convocada no dia 9 pela Confederação Cobas (comités de base), em protesto contra o orçamento do governo de centro-esquerda e o acordo de reforma da segurança social, firmado em 23 de Julho com as três principais centrais sindicais do país.
Apesar da sua relativa pequena dimensão, a Cobas e outros sindicatos de base como o Cub e o SdL conseguiram mobilizar mais dois milhões de trabalhadores nesta jornada de luta.
De acordo com um comunicado da confederação, nas manifestações realizadas em 32 cidades participaram cerca de 400 mil pessoas, com realce para os desfiles de Roma e Milão, que superaram os 50 mil manifestantes.
Os efeitos da greve foram de resto assinalados pelas agências internacionais. De acordo com a Lusa, 96 voos foram cancelados devido à paralisação, dos quais 56 nacionais e 40 internacionais.
Na capital italiana registaram-se grandes engarrafamentos devido à greve dos transportes públicos e à manifestação que ocupou o centro da cidade. De resto, os transportes urbanos paralisaram em horas diferentes um pouco por toda a Itália, tendo sido igualmente afectada a circulação ferroviária pela paragem de oito horas. Escolas, hospitais e outros serviços públicos aderiram também ao protesto.
No sector privado, a Confederação (www.cobas.it) dá conta de uma adesão importante, em particular em grandes unidades industriais, como foi o caso do grupo Fiat.
Apesar da sua relativa pequena dimensão, a Cobas e outros sindicatos de base como o Cub e o SdL conseguiram mobilizar mais dois milhões de trabalhadores nesta jornada de luta.
De acordo com um comunicado da confederação, nas manifestações realizadas em 32 cidades participaram cerca de 400 mil pessoas, com realce para os desfiles de Roma e Milão, que superaram os 50 mil manifestantes.
Os efeitos da greve foram de resto assinalados pelas agências internacionais. De acordo com a Lusa, 96 voos foram cancelados devido à paralisação, dos quais 56 nacionais e 40 internacionais.
Na capital italiana registaram-se grandes engarrafamentos devido à greve dos transportes públicos e à manifestação que ocupou o centro da cidade. De resto, os transportes urbanos paralisaram em horas diferentes um pouco por toda a Itália, tendo sido igualmente afectada a circulação ferroviária pela paragem de oito horas. Escolas, hospitais e outros serviços públicos aderiram também ao protesto.
No sector privado, a Confederação (www.cobas.it) dá conta de uma adesão importante, em particular em grandes unidades industriais, como foi o caso do grupo Fiat.