Em Guimarães dia 5 de Julho
Comentários de sectores e regiões, divulgados a propósito do impacto da greve geral, concluíram com a afirmação de que, respondendo ao apelo da CGTP-IN, a mobilização dos trabalhadores tem agora como objectivo a reunião dos ministros do Trabalho da União Europeia, marcada para dia 5 de Julho, em Guimarães. O «despedimento na hora» – tradução do que, para os trabalhadores, significa o conceito europês de «flexigurança» – será um dos fortes motivos de protesto.
Aos trabalhadores e à população em geral, «para construírem desde já uma grande jornada de luta», apelou a União dos Sindicatos de Braga, num comunicado em que denunciou o «excesso de zelo, sempre ao lado dos patrões», por parte das forças policiais e do Governo Civil. A USB/CGTP-IN condenou as declarações «mentirosas e provocatórias» dos secretários de Estado do Trabalho e da Administração Pública, e lembrou que a outros, «que não quiseram ver a realidade, o povo encarregou-se de os mudar e exigir nova política». No distrito, os trabalhadores aderiram agora à greve geral em número mais elevado do que em Dezembro de 2002, referiu a USB, saudando especialmente os que fizeram greve pela primeira vez ou apesar dos vínculos laborais precários.
A União dos Sindicatos de Lisboa, por seu turno, declarou que «os activistas sindicais do distrito estarão presentes, no dia 5 de Julho, em Guimarães, para, em conjunto com os trabalhadores do Norte do País, dizerem “não” aos objectivos da flexigurança defendidos pela Comissão Europeia e pela generalidade dos ministros do Trabalho dos países da UE aí presentes».
Para a USL/CGTP-IN, a greve geral «constituiu a maior manifestação de protesto até agora realizada contra as políticas de direita realizadas pelo Governo do Partido Socialista». Apontando como «indesmentíveis» factos «a elevada adesão dos trabalhadores à greve» e «o encerramento ou forte condicionamento do funcionamento de inúmeros serviços e empresas», a USL nota que tal sucedeu «apesar dos serviços mínimos ilegais anunciados, que na Transtejo envolviam 73 dos 91 trabalhadores habitualmente escalados; das intimidações e chantagens patronais; da intervenção da PSP e da GNR nos CTT (central de Cabo Ruivo), na Vimeca e na Scotturb».
Aos trabalhadores e à população em geral, «para construírem desde já uma grande jornada de luta», apelou a União dos Sindicatos de Braga, num comunicado em que denunciou o «excesso de zelo, sempre ao lado dos patrões», por parte das forças policiais e do Governo Civil. A USB/CGTP-IN condenou as declarações «mentirosas e provocatórias» dos secretários de Estado do Trabalho e da Administração Pública, e lembrou que a outros, «que não quiseram ver a realidade, o povo encarregou-se de os mudar e exigir nova política». No distrito, os trabalhadores aderiram agora à greve geral em número mais elevado do que em Dezembro de 2002, referiu a USB, saudando especialmente os que fizeram greve pela primeira vez ou apesar dos vínculos laborais precários.
A União dos Sindicatos de Lisboa, por seu turno, declarou que «os activistas sindicais do distrito estarão presentes, no dia 5 de Julho, em Guimarães, para, em conjunto com os trabalhadores do Norte do País, dizerem “não” aos objectivos da flexigurança defendidos pela Comissão Europeia e pela generalidade dos ministros do Trabalho dos países da UE aí presentes».
Para a USL/CGTP-IN, a greve geral «constituiu a maior manifestação de protesto até agora realizada contra as políticas de direita realizadas pelo Governo do Partido Socialista». Apontando como «indesmentíveis» factos «a elevada adesão dos trabalhadores à greve» e «o encerramento ou forte condicionamento do funcionamento de inúmeros serviços e empresas», a USL nota que tal sucedeu «apesar dos serviços mínimos ilegais anunciados, que na Transtejo envolviam 73 dos 91 trabalhadores habitualmente escalados; das intimidações e chantagens patronais; da intervenção da PSP e da GNR nos CTT (central de Cabo Ruivo), na Vimeca e na Scotturb».