Gestão pública
A CGTP-IN rejeitou, dia 9, a intenção do Governo de entregar a gestão do Fundo de Estabilização da Segurança Social (FESS) ao sector financeiro privado.
Em causa está dinheiro descontado pelos trabalhadores, para assegurar o futuro das suas pensões, que não pode estar exposto a riscos elevados, alerta a Intersindical.
Num «fórum do sector segurador e fundos de pensões», o secretário de Estado da Segurança Social revelou que, numa primeira fase, seriam entregues à gestão de privados 600 milhões de euros do FESS, mas a central salienta que essa fatia poderá chegar ao máximo de 55 por cento da carteira de acções. No fim de 2006, o FESS era de 6.633 milhões de euros, dos quais cerca de 21 por cento em acções.
Para a CGTP-IN, esta intenção do Governo representa mais uma cedência ao sector financeiro. O FESS, lembra a Inter, é «gerido por um instituto público e tem tido os melhores resultados, ao longo dos anos».
Em causa está dinheiro descontado pelos trabalhadores, para assegurar o futuro das suas pensões, que não pode estar exposto a riscos elevados, alerta a Intersindical.
Num «fórum do sector segurador e fundos de pensões», o secretário de Estado da Segurança Social revelou que, numa primeira fase, seriam entregues à gestão de privados 600 milhões de euros do FESS, mas a central salienta que essa fatia poderá chegar ao máximo de 55 por cento da carteira de acções. No fim de 2006, o FESS era de 6.633 milhões de euros, dos quais cerca de 21 por cento em acções.
Para a CGTP-IN, esta intenção do Governo representa mais uma cedência ao sector financeiro. O FESS, lembra a Inter, é «gerido por um instituto público e tem tido os melhores resultados, ao longo dos anos».