Carga policial repudiada
A CGTP-IN, a União dos Sindicatos do Porto, e a União dos Sindicatos de Lisboa, repudiaram a carga policial de dia 13, sobre os trabalhadores da Pereira da Costa Construções, na Amadora.
Numa nota à imprensa, a central revelou a carta que enviou, no mesmo dia, ao ministro da Administração Interna exigindo a sua intervenção com vista à imediata retirada do contingente policial que «reprimiu à bastonada os trabalhadores da empresa», os quais estavam de vigília para impedir a retirada de património da empresa. Na mesma carta é recordado que, embora haja decisões judiciais de Novembro a favor dos trabalhadores, não foi feita qualquer diligência no sentido da sua execução. Por isso, a CGTP-IN estranha que, «perante uma mera providência cautelar, apresentada pelo empresário, que nem sequer foi ainda sujeita a julgamento», se tenha assistido à intervenção policial.
Manifestando a sua indignação, também a USP/CGTP-IN fez chegar o seu protesto ao mesmo ministro, considerando inaceitável que «deixe passar em claro esta grave agressão a trabalhadores que legitimamente lutam pelos seus direitos» e exigiu «uma rigorosa averiguação dos factos e a punição dos responsáveis pela agressão».
A USL/CGTP-IN saudou e agradeceu, dia 14, em nome do Sindicato da Construção, Mármores e Madeiras, a solidariedade com esta luta e exigiu a revogação da decisão do Tribunal da Amadora, reclamando do ministro um pedido público de desculpas aos trabalhadores.
Numa nota à imprensa, a central revelou a carta que enviou, no mesmo dia, ao ministro da Administração Interna exigindo a sua intervenção com vista à imediata retirada do contingente policial que «reprimiu à bastonada os trabalhadores da empresa», os quais estavam de vigília para impedir a retirada de património da empresa. Na mesma carta é recordado que, embora haja decisões judiciais de Novembro a favor dos trabalhadores, não foi feita qualquer diligência no sentido da sua execução. Por isso, a CGTP-IN estranha que, «perante uma mera providência cautelar, apresentada pelo empresário, que nem sequer foi ainda sujeita a julgamento», se tenha assistido à intervenção policial.
Manifestando a sua indignação, também a USP/CGTP-IN fez chegar o seu protesto ao mesmo ministro, considerando inaceitável que «deixe passar em claro esta grave agressão a trabalhadores que legitimamente lutam pelos seus direitos» e exigiu «uma rigorosa averiguação dos factos e a punição dos responsáveis pela agressão».
A USL/CGTP-IN saudou e agradeceu, dia 14, em nome do Sindicato da Construção, Mármores e Madeiras, a solidariedade com esta luta e exigiu a revogação da decisão do Tribunal da Amadora, reclamando do ministro um pedido público de desculpas aos trabalhadores.