«Inaceitável» na Saúde
O Governo foi obrigado a recuar, mas mantém no Orçamento de Estado para a Saúde o agravamento dos custos para os utentes. Para a CGTP-IN, «continua a ser inaceitável» a criação das novas taxas moderadoras, para internamentos e cirurgias de ambulatório, «para além das taxas moderadoras já existentes, que aumentaram substancialmente nos últimos dois anos».
No argumento do ministro Correia de Campos, de que a criação das taxas vai valorizar o acto médico, responsabilizando o paciente e o prestador, a CGTP-IN vê a prova da falta de justificação para tais medidas, «como se o internamento e as cirurgias fossem actos irresponsáveis e ao sabor de cada um».
«Sem comentários», a CGTP-IN recorda que, em 2004, José Sócrates reagindo a medidas anunciadas por Santana Lopes, então primeiro-ministro, quanto às taxas moderadoras, afirmou que o que se pretendia era lançar um novo imposto, e que se devia era combater a evasão e a fraude fiscal.
No argumento do ministro Correia de Campos, de que a criação das taxas vai valorizar o acto médico, responsabilizando o paciente e o prestador, a CGTP-IN vê a prova da falta de justificação para tais medidas, «como se o internamento e as cirurgias fossem actos irresponsáveis e ao sabor de cada um».
«Sem comentários», a CGTP-IN recorda que, em 2004, José Sócrates reagindo a medidas anunciadas por Santana Lopes, então primeiro-ministro, quanto às taxas moderadoras, afirmou que o que se pretendia era lançar um novo imposto, e que se devia era combater a evasão e a fraude fiscal.