Intensificar a luta, reforçar o Partido!
Vivemos um momento marcado por uma forte ofensiva no plano dos direitos sociais, políticos, económicos e ideológicos, em que se acentua a luta de classes e em que está cada vez mais visível a falência das teses e profecias dos seguidores do neoliberalismo, de que era possível civilizar e humanizar o capitalismo, ou as teorias do mal menor e de que já não eram necessários partidos de classe. A vida aí está para provar o contrário.
A acção geral de reforço do Partido prova que «dificuldade não é impossibilidade»
Aí está a provar, o aumento do fosso entre uns poucos cada vez mais ricos e o cada vez maior número de pobres. Aí está a provar, o risco que hoje correm, em resultado da política de direita deste governo PS, que deixa o grande capital intocável, direitos conquistados ao longo de gerações na segurança social, na saúde, no trabalho. Aí está a provar, a ofensiva contra o emprego com direitos, o horário de trabalho, a liberdade de acção e organização sindical. Aí estão a provar, as crescentes pressões sobre as acções de propaganda política, sobre a livre escolha quanto ao funcionamento e organização partidárias, pressões que têm como alvo privilegiado o PCP, nunca sendo por isso demais referir a enorme capacidade de resposta da organização do Partido à realização da 30.ª Festa do Avante!, a todos os títulos uma grande realização de confiança e determinação em lutar por um novo rumo para Portugal.
As convicções e a determinação que nos animam não significam subestimação das dificuldades e incertezas que decorrem da análise da realidade. Significa, isso sim, que é na afirmação do nosso projecto distintivo, dos nossos valores e ideologia, que o caminho tem de ser percorrido.
Caminho que tem de ser feito de grandes e pequenas lutas, mais mediáticas ou menos mediáticas, em torno de causas e interesses concretos. Caminho que potencie o envolvimento crescente das classes e camadas antimonopolistas contra uma política de classe, ao serviço dos grandes grupos económicos e financeiros, que esmaga os interesses da maioria da população.
Caminho que é inseparável do reforço do Partido nos seus diferentes aspectos.
O reforço da organização do Partido tem de ser entendido como um instrumento para a acção e não como uma soma de dados. Necessitamos de mais células de empresa e/ou sectores profissionais para melhor percebermos o que nessas empresas ou sectores se passa e, consequentemente, melhor influirmos nessas realidades nos seus diversos aspectos, desde logo na luta em defesa de interesses concretos. Necessitamos de mais organismos de base para um maior e melhor envolvimento dos membros do Partido e melhor intervirmos no espaço geográfico respectivo. Necessitamos de uma maior atenção e acção visando o reforço financeiro do Partido porque esse reforço é essencial ao prosseguimento e intensificação da acção política. Necessitamos de uma maior venda da imprensa do Partido porque ela é portadora de uma análise da realidade que em mais lado nenhum é possível encontrar. Necessitamos de mais militantes para o Partido e a sua inserção e responsabilização, não só como condição de futuro mas como elemento de reforço da intervenção no presente. Tudo isto exige por parte de cada organismo planificação e persistência, persistência e planificação.
Defender conquistas
Como a acção geral de reforço do Partido prova até ao momento, dificuldade não significa impossibilidade. E também não se trata de conformar a realidade a desejos, mas antes de partir da realidade para a adopção das medidas que conduzam ao real reforço o Partido.
A evolução da situação política nacional entrou numa fase que poderemos considerar particularmente sensível. Tendo recuperado e reconstituído o seu poder económico, os grandes grupos monopolistas associados ao imperialismo pretendem agora abocanhar por inteiro o poder político. Nas linhas da sua ofensiva é evidente que pretendem desmantelar aquilo que ainda apresenta as marcas de Abril bem visíveis. Na linha da frente da luta contra esta política, os seus objectivos e consequências está o Partido.
Está na acção geral de consciencialização da ofensiva em curso em torno da segurança social. Está na denúncia e acção contra uma Lei das Finanças Locais que, a ser aplicada, terá como principais lesados as populações. Está na exigência de uma Justiça ao serviço das populações. Está na luta em defesa de uma Administração Pública ao serviço dos portugueses, contra o mais vil e soez ataque a que têm estado sujeitos os seus trabalhadores. Está na denúncia das manobras em curso visando a alteração das leis eleitorais, impondo administrativamente a quadratura do círculo que tem governado o país nestes 30 anos. Está na denúncia dos oportunismos em torno da despenalização da interrupção voluntária da gravidez e na exigência de que a Assembleia da República assuma as suas responsabilidades. Está no combate contra a provocatória proposta do governo de aumento de 1,5% para a função pública. Está na luta contra a inumana política de saúde que está a ser desenvolvida. Está na exigência de uma política externa de paz e cooperação, contra o militarismo e a crescente malha que vem sendo cerzida de restrições aos direitos e liberdades dos cidadãos. O Partido está onde deve estar. E está onde deve estar porque é o Partido Comunista Português.
As convicções e a determinação que nos animam não significam subestimação das dificuldades e incertezas que decorrem da análise da realidade. Significa, isso sim, que é na afirmação do nosso projecto distintivo, dos nossos valores e ideologia, que o caminho tem de ser percorrido.
Caminho que tem de ser feito de grandes e pequenas lutas, mais mediáticas ou menos mediáticas, em torno de causas e interesses concretos. Caminho que potencie o envolvimento crescente das classes e camadas antimonopolistas contra uma política de classe, ao serviço dos grandes grupos económicos e financeiros, que esmaga os interesses da maioria da população.
Caminho que é inseparável do reforço do Partido nos seus diferentes aspectos.
O reforço da organização do Partido tem de ser entendido como um instrumento para a acção e não como uma soma de dados. Necessitamos de mais células de empresa e/ou sectores profissionais para melhor percebermos o que nessas empresas ou sectores se passa e, consequentemente, melhor influirmos nessas realidades nos seus diversos aspectos, desde logo na luta em defesa de interesses concretos. Necessitamos de mais organismos de base para um maior e melhor envolvimento dos membros do Partido e melhor intervirmos no espaço geográfico respectivo. Necessitamos de uma maior atenção e acção visando o reforço financeiro do Partido porque esse reforço é essencial ao prosseguimento e intensificação da acção política. Necessitamos de uma maior venda da imprensa do Partido porque ela é portadora de uma análise da realidade que em mais lado nenhum é possível encontrar. Necessitamos de mais militantes para o Partido e a sua inserção e responsabilização, não só como condição de futuro mas como elemento de reforço da intervenção no presente. Tudo isto exige por parte de cada organismo planificação e persistência, persistência e planificação.
Defender conquistas
Como a acção geral de reforço do Partido prova até ao momento, dificuldade não significa impossibilidade. E também não se trata de conformar a realidade a desejos, mas antes de partir da realidade para a adopção das medidas que conduzam ao real reforço o Partido.
A evolução da situação política nacional entrou numa fase que poderemos considerar particularmente sensível. Tendo recuperado e reconstituído o seu poder económico, os grandes grupos monopolistas associados ao imperialismo pretendem agora abocanhar por inteiro o poder político. Nas linhas da sua ofensiva é evidente que pretendem desmantelar aquilo que ainda apresenta as marcas de Abril bem visíveis. Na linha da frente da luta contra esta política, os seus objectivos e consequências está o Partido.
Está na acção geral de consciencialização da ofensiva em curso em torno da segurança social. Está na denúncia e acção contra uma Lei das Finanças Locais que, a ser aplicada, terá como principais lesados as populações. Está na exigência de uma Justiça ao serviço das populações. Está na luta em defesa de uma Administração Pública ao serviço dos portugueses, contra o mais vil e soez ataque a que têm estado sujeitos os seus trabalhadores. Está na denúncia das manobras em curso visando a alteração das leis eleitorais, impondo administrativamente a quadratura do círculo que tem governado o país nestes 30 anos. Está na denúncia dos oportunismos em torno da despenalização da interrupção voluntária da gravidez e na exigência de que a Assembleia da República assuma as suas responsabilidades. Está no combate contra a provocatória proposta do governo de aumento de 1,5% para a função pública. Está na luta contra a inumana política de saúde que está a ser desenvolvida. Está na exigência de uma política externa de paz e cooperação, contra o militarismo e a crescente malha que vem sendo cerzida de restrições aos direitos e liberdades dos cidadãos. O Partido está onde deve estar. E está onde deve estar porque é o Partido Comunista Português.