Um bom dia para o Partido
«Este é um bom dia para o Partido!» Foi com estas palavras que Jerónimo de Sousa se dirigiu às cerca de 150 pessoas que o esperavam num ambiente festivo e emotivo. Esta era, aliás, a primeira vez que um secretário-geral do Partido se deslocava ao Cadaval no pós 25 de Abril.
Num palco improvisado, que obrigou ao corte do trânsito na Trav. Dr. Fernando Abreu e Faria, onde se situa o Centro de Trabalho, Jerónimo de Sousa não se referia à excelente tarde de domingo, mas sim à inauguração do novo Centro de Trabalho do PCP naquele concelho.
Muito aplaudido e saudado, o secretário-geral do PCP referiu tratar-se de um dia histórico para o Partido. Tantos anos depois, reabria-se um espaço de convívio e trabalho naquilo que considerou um acto de reconciliação com o concelho. O anterior Centro de Trabalho do Partido no Cadaval foi destruído no chamado Verão Quente, tal como tantos outros pelo País fora.
Jerónimo de Sousa lembrou que, afinal, os medos e os preconceitos não tinham sentido pois aqueles que nessa altura «acicatavam» os ânimos contra os comunistas são os mesmos que nestes 30 anos têm roubado direitos, destruído a pequena e média produção, retirado poder de compra aos trabalhadores e ao povo.
Segundo Jerónimo de Sousa, este acto é mais um passo que vai no sentido do reforço do Partido, assinalando a adesão, desde Março de 2005, de 4000 militantes ao PCP e 100 à JCP e sublinhando também os avanços eleitorais registados, a nível local, nas eleições autárquicas e presidenciais.
Caracterizando o actual momento político, apelou ao empenho das comunistas na defesa do direito à Segurança Social, à escola pública, à saúde e ao emprego com direitos.
Para o dirigente do PCP, o novo Centro de Trabalho terá de ser uma «porta aberta para fora», onde possam entrar todos aqueles que são alvo das políticas de direita levadas a cabo por sucessivos Governos. A finalizar, Jerónimo de Sousa destacou as convicções e combatividade dos comunistas que permite que se orgulhem do seu passado e queiram mais influência política, social e eleitoral do Partido no concelho do Cadaval.
Em nome da Concelhia do Cadaval, Ricardo Miguel fez referência aos militantes do Partido que nos tempos difíceis lançaram as sementes à terra que permitem hoje colher estes frutos, associando esta reabertura aos avanços em termos de organização do Partido.
Após o Avante, Camarada e A Internacional, seguiu-se uma visita ao Centro de Trabalho e um lanche convívio em plena rua num ambiente de festa e emoção a que nem faltaram lágrimas aos que esperaram tantos anos para que este dia chegasse.
Num palco improvisado, que obrigou ao corte do trânsito na Trav. Dr. Fernando Abreu e Faria, onde se situa o Centro de Trabalho, Jerónimo de Sousa não se referia à excelente tarde de domingo, mas sim à inauguração do novo Centro de Trabalho do PCP naquele concelho.
Muito aplaudido e saudado, o secretário-geral do PCP referiu tratar-se de um dia histórico para o Partido. Tantos anos depois, reabria-se um espaço de convívio e trabalho naquilo que considerou um acto de reconciliação com o concelho. O anterior Centro de Trabalho do Partido no Cadaval foi destruído no chamado Verão Quente, tal como tantos outros pelo País fora.
Jerónimo de Sousa lembrou que, afinal, os medos e os preconceitos não tinham sentido pois aqueles que nessa altura «acicatavam» os ânimos contra os comunistas são os mesmos que nestes 30 anos têm roubado direitos, destruído a pequena e média produção, retirado poder de compra aos trabalhadores e ao povo.
Segundo Jerónimo de Sousa, este acto é mais um passo que vai no sentido do reforço do Partido, assinalando a adesão, desde Março de 2005, de 4000 militantes ao PCP e 100 à JCP e sublinhando também os avanços eleitorais registados, a nível local, nas eleições autárquicas e presidenciais.
Caracterizando o actual momento político, apelou ao empenho das comunistas na defesa do direito à Segurança Social, à escola pública, à saúde e ao emprego com direitos.
Para o dirigente do PCP, o novo Centro de Trabalho terá de ser uma «porta aberta para fora», onde possam entrar todos aqueles que são alvo das políticas de direita levadas a cabo por sucessivos Governos. A finalizar, Jerónimo de Sousa destacou as convicções e combatividade dos comunistas que permite que se orgulhem do seu passado e queiram mais influência política, social e eleitoral do Partido no concelho do Cadaval.
Em nome da Concelhia do Cadaval, Ricardo Miguel fez referência aos militantes do Partido que nos tempos difíceis lançaram as sementes à terra que permitem hoje colher estes frutos, associando esta reabertura aos avanços em termos de organização do Partido.
Após o Avante, Camarada e A Internacional, seguiu-se uma visita ao Centro de Trabalho e um lanche convívio em plena rua num ambiente de festa e emoção a que nem faltaram lágrimas aos que esperaram tantos anos para que este dia chegasse.