Políticas de direita, embustes e álibis
Recorre este Governo, de forma cada vez mais frequente e sofisticada, a todas as manobras de cobertura e mistificação da sua desgraçada política de direita, desde prolongadas campanhas de intoxicação da opinião pública - como a que tem conduzido contra os trabalhadores da Adm. Pública e lhe serve de falsa desculpa no ataque brutal a que os sujeita e na destruição sistemática de serviços públicos e funções sociais do Estado democrático -, até às operações relâmpago de contra-informação mediática, com uma qualquer invencionice, ou o que quer que lhe dê jeito para desviar atenções do essencial.
As políticas de direita e os embustes da sua «central de comunicação» tornaram-se «marca registada» do Governo; vai daí, como sucede com os «profissionais do ilícito», desenvolveu a técnica do falso álibi – por encomenda, ou aproveitando conivências e amizades –, mas sempre para que o «criminoso» real, neste caso o Governo PS/Sócrates e as suas execráveis políticas, aparentemente não existam na «cena do crime».
Por exemplo, este requentado pronunciamento do «Compromisso Portugal» é, não só mas também, um óbvio álibi das políticas de cariz neoliberal do Governo, porque é tamanha a cupidez e o desvario de rapina estaticida e genocida, para com os trabalhadores, dos «beatos» do grande capital, que permite ao PS/Sócrates demarcar-se e dizer-se contrário a uma «agenda» que, na realidade, tem vindo a consumar, com o «ritmo conveniente» - a «mobilidade» e o despedimento dos trabalhadores da Adm. Pública, a destruição da Segurança Social, ou o que resta de privatizações.
Ou este «movimento prozac» de Manuel Alegre, que reaparece nas vésperas do Congresso do PS, não para se assumir no combate por outra orientação partidária, mas para se «preocupar com questões que estão fora da agenda imediata», «como um ex PR», e assim dar cobertura à «boa imagem» de Sócrates e continuar a servir, como no passado, de álibi «de esquerda» às políticas de direita do PS.
Ou o BE, tantas vezes álibi do PS, como agora na Segurança Social, em que aparece, de facto, a mistificar a situação e a desresponsabilizar o Governo, propondo o referendo(!) de um pacto imaginário entre PS e PSD nesta matéria. E que, mais uma vez confrontado no concreto pelo PCP, não hesitou em fazer-se de vítima duma pretensa «guerra à esquerda», capitalizando o seu anticomunismo estrutural e as muitas cumplicidades de que goza na matéria.
Enfim, esta coisa dos álibis tem um preço e a «central de comunicação» do PS é, até ver, boa pagadora.
As políticas de direita e os embustes da sua «central de comunicação» tornaram-se «marca registada» do Governo; vai daí, como sucede com os «profissionais do ilícito», desenvolveu a técnica do falso álibi – por encomenda, ou aproveitando conivências e amizades –, mas sempre para que o «criminoso» real, neste caso o Governo PS/Sócrates e as suas execráveis políticas, aparentemente não existam na «cena do crime».
Por exemplo, este requentado pronunciamento do «Compromisso Portugal» é, não só mas também, um óbvio álibi das políticas de cariz neoliberal do Governo, porque é tamanha a cupidez e o desvario de rapina estaticida e genocida, para com os trabalhadores, dos «beatos» do grande capital, que permite ao PS/Sócrates demarcar-se e dizer-se contrário a uma «agenda» que, na realidade, tem vindo a consumar, com o «ritmo conveniente» - a «mobilidade» e o despedimento dos trabalhadores da Adm. Pública, a destruição da Segurança Social, ou o que resta de privatizações.
Ou este «movimento prozac» de Manuel Alegre, que reaparece nas vésperas do Congresso do PS, não para se assumir no combate por outra orientação partidária, mas para se «preocupar com questões que estão fora da agenda imediata», «como um ex PR», e assim dar cobertura à «boa imagem» de Sócrates e continuar a servir, como no passado, de álibi «de esquerda» às políticas de direita do PS.
Ou o BE, tantas vezes álibi do PS, como agora na Segurança Social, em que aparece, de facto, a mistificar a situação e a desresponsabilizar o Governo, propondo o referendo(!) de um pacto imaginário entre PS e PSD nesta matéria. E que, mais uma vez confrontado no concreto pelo PCP, não hesitou em fazer-se de vítima duma pretensa «guerra à esquerda», capitalizando o seu anticomunismo estrutural e as muitas cumplicidades de que goza na matéria.
Enfim, esta coisa dos álibis tem um preço e a «central de comunicação» do PS é, até ver, boa pagadora.