Memória da Resistência em Lisboa
Ruben de Carvalho, vereador do PCP, aceitou na Câmara de Lisboa a sua designação como responsável pela elaboração de um relatório visando estabelecer um programa sobre a preservação memorial da luta contra a ditadura.
Um programa de carácter simultaneamente histórico e pedagógico
Trata-se de preparar um quadro de acções que possam garantir a preservação, em Lisboa, da memória da resistência, em homenagem a todos quantos se distinguiram ao longo de anos nos combates pela democracia.
«Ele mesmo um resistente de sempre, que sofreu várias prisões durante a luta anti-fascista, Ruben de Carvalho é um conhecedor de locais e pessoas envolvidas no processo», lê-se num documento dirigido, na passada semana, aos jornalistas.
A tarefa é desempenhada pelo vereador do PCP de forma graciosa e sem encargos para o município. O autarca não deterá no processo qualquer cargo Executivo e esta sua participação não significa qualquer cobertura política à acção da maioria PSD-CDS/PP que é responsável pela actual gestão municipal de Lisboa.
Trata-se de um programa de carácter simultaneamente histórico e pedagógico, com dois objectivos essenciais: por um lado, preservar e salvaguardar a memória da resistência; por outro, prestar homenagem aos que lutaram pela democracia.
«Na base desta tarefa, está o facto de algumas das peças de património existentes na cidade e ligadas a esta nossa memória colectiva correrem o risco de desaparecer se nada for de imediato concretizado.
Memória e património são de facto duas questões que interessam cada vez maior número de pessoas.
Aliás, felizmente, cada vez mais pessoas e mais sectores da sociedade têm mostrado interesse na preservação deste tipo de realidades, sinalizando-as como peças de um roteiro da resistência», continua o documento.
«Ele mesmo um resistente de sempre, que sofreu várias prisões durante a luta anti-fascista, Ruben de Carvalho é um conhecedor de locais e pessoas envolvidas no processo», lê-se num documento dirigido, na passada semana, aos jornalistas.
A tarefa é desempenhada pelo vereador do PCP de forma graciosa e sem encargos para o município. O autarca não deterá no processo qualquer cargo Executivo e esta sua participação não significa qualquer cobertura política à acção da maioria PSD-CDS/PP que é responsável pela actual gestão municipal de Lisboa.
Trata-se de um programa de carácter simultaneamente histórico e pedagógico, com dois objectivos essenciais: por um lado, preservar e salvaguardar a memória da resistência; por outro, prestar homenagem aos que lutaram pela democracia.
«Na base desta tarefa, está o facto de algumas das peças de património existentes na cidade e ligadas a esta nossa memória colectiva correrem o risco de desaparecer se nada for de imediato concretizado.
Memória e património são de facto duas questões que interessam cada vez maior número de pessoas.
Aliás, felizmente, cada vez mais pessoas e mais sectores da sociedade têm mostrado interesse na preservação deste tipo de realidades, sinalizando-as como peças de um roteiro da resistência», continua o documento.