«Uma batalha para hoje»
«É preciso que em cada aldeia, em cada vila, em cada cidade, os comunistas e os democratas se transformem em elementos de esclarecimento, em homens e mulheres que estão a defender mais que uma posição partidária, estão a defender uma posição solidária, uma posição em defesa da Segurança Social pública», afirmou sexta-feira, em Alcácer do Sal, o secretário-geral do PCP. Numa sala cheia, com mais de três centenas de apoiantes, Jerónimo de Sousa assumiu: «A luta será difícil e poderemos perder. Mas uma coisa é certa, se não lutarmos perdemos de certeza. Esta é uma batalha para hoje!»
Apesar da necessidade evidente de dar uma resposta global às recentes investidas da direita, Jerónimo de Sousa precisou que «foi com acerto e pertinência que o nosso Partido assumiu, neste momento, uma campanha nacional pelo direito à reforma, pelo não abaixamento do valor das pensões e em defesa desta importante conquista dos trabalhadores e do povo». Pertinência que – prosseguiu – resulta da «urgente necessidade de alertar para a gravidade das propostas do governo do PS e de lhe dar pronto combate». O PSD, «depois de ter apresentado a sua proposta de privatização da parte de leão da Segurança Social em total sintonia com o modelo proposto pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento e Pensões, quer, e com ele o Presidente da República, um “consenso” sobre a Segurança Social», denunciou Jerónimo de Sousa.
Mas, destacou, «não podemos deixar de ter em conta que a prioridade da nossa atenção está dirigida às propostas do governo PS que são, no imediato, aquelas que se apresentam como um perigo real de concretização».
Apesar da necessidade evidente de dar uma resposta global às recentes investidas da direita, Jerónimo de Sousa precisou que «foi com acerto e pertinência que o nosso Partido assumiu, neste momento, uma campanha nacional pelo direito à reforma, pelo não abaixamento do valor das pensões e em defesa desta importante conquista dos trabalhadores e do povo». Pertinência que – prosseguiu – resulta da «urgente necessidade de alertar para a gravidade das propostas do governo do PS e de lhe dar pronto combate». O PSD, «depois de ter apresentado a sua proposta de privatização da parte de leão da Segurança Social em total sintonia com o modelo proposto pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento e Pensões, quer, e com ele o Presidente da República, um “consenso” sobre a Segurança Social», denunciou Jerónimo de Sousa.
Mas, destacou, «não podemos deixar de ter em conta que a prioridade da nossa atenção está dirigida às propostas do governo PS que são, no imediato, aquelas que se apresentam como um perigo real de concretização».