A velha prática da represália
Era uma prática dos nazis: por cada soldado alemão morto num país ocupado ou em vias disso, mandavam executar dez pessoas escolhidas ao acaso – regra geral, as dez que estivessem mais à mão de matar. E anunciavam o crime, antes e depois de o consumarem, com aquela arrogância própria dos criminosos de todos os tempos. A represália sobre civis inocentes era, assim, para os nazis, uma prática normal que proclamavam e de que se orgulhavam.
Essa prática nazi – bem como muitas outras decorrentes do seu projecto de domínio do mundo – está novamente na moda e dela nos chegam notícias regulares desde há vários anos. Aqui há uns tempos, eram ainda presidentes dos EUA e do Iraque, respectivamente, o Bush-pai e o Saddam – dois facínoras de primeira grandeza – alguém se lembrou de dizer (um jornal qualquer ou uma qualquer televisão) que o facínora iraquiano tinha organizado, ou tentado organizar, um atentado contra o facínora norte-americano. Este, não esteve com meias medidas: mandou despejar sobre o Iraque, como represália, umas centenas de bombas que mataram umas centenas de inocentes. Daí para cá, a moda pegou e tende a alastrar. Vimos como o Bush-filho, com aquela minaz ausência total de inteligência que o torna sinistro, mandou bombardear e destruir um país - o Afeganistão – em acto de represália por suposição de ali se encontrar escondido o terrorista acusado do ataque às torres gémeas – um terrorista formado como tal nas universidades de terrorismo dos EUA e amigo e sócio da família Bush.
E vemos, todos os dias, o bando de criminosos que governa Israel aplicar a prática nazi da represália contra os povos palestino e libanês. Um soldado israelita foi preso?: a represália, à boa maneira nazi, não se faz esperar: destruição, prisão de membros do governo e de deputados, assassinatos brutais, o terror. E o mesmo em relação ao Líbano – onde, diz um alto (i)responsável israelita, refinando em comparação com um qualquer seu homólogo hitleriano, serão destruídos dez edifícios por cada rocket lançado sobre Israel... E di-lo, e fá-lo, com a mesma arrogância, com a mesma brutalidade, com a mesma frieza dos seus antepassados nazis. E com a compreensão, a complacência, o aplauso, o incentivo, a conivência, o apoio, dos Estados Unidos da América, da União Europeia, da Nato. De todos os que, cada um à sua maneira, aceitam ou adoptam a velha prática nazi da represália.
Essa prática nazi – bem como muitas outras decorrentes do seu projecto de domínio do mundo – está novamente na moda e dela nos chegam notícias regulares desde há vários anos. Aqui há uns tempos, eram ainda presidentes dos EUA e do Iraque, respectivamente, o Bush-pai e o Saddam – dois facínoras de primeira grandeza – alguém se lembrou de dizer (um jornal qualquer ou uma qualquer televisão) que o facínora iraquiano tinha organizado, ou tentado organizar, um atentado contra o facínora norte-americano. Este, não esteve com meias medidas: mandou despejar sobre o Iraque, como represália, umas centenas de bombas que mataram umas centenas de inocentes. Daí para cá, a moda pegou e tende a alastrar. Vimos como o Bush-filho, com aquela minaz ausência total de inteligência que o torna sinistro, mandou bombardear e destruir um país - o Afeganistão – em acto de represália por suposição de ali se encontrar escondido o terrorista acusado do ataque às torres gémeas – um terrorista formado como tal nas universidades de terrorismo dos EUA e amigo e sócio da família Bush.
E vemos, todos os dias, o bando de criminosos que governa Israel aplicar a prática nazi da represália contra os povos palestino e libanês. Um soldado israelita foi preso?: a represália, à boa maneira nazi, não se faz esperar: destruição, prisão de membros do governo e de deputados, assassinatos brutais, o terror. E o mesmo em relação ao Líbano – onde, diz um alto (i)responsável israelita, refinando em comparação com um qualquer seu homólogo hitleriano, serão destruídos dez edifícios por cada rocket lançado sobre Israel... E di-lo, e fá-lo, com a mesma arrogância, com a mesma brutalidade, com a mesma frieza dos seus antepassados nazis. E com a compreensão, a complacência, o aplauso, o incentivo, a conivência, o apoio, dos Estados Unidos da América, da União Europeia, da Nato. De todos os que, cada um à sua maneira, aceitam ou adoptam a velha prática nazi da represália.