Defender os postos de trabalho
Os cerca de 50 trabalhadores da Irmal, instalada nas Caldas da Rainha, prosseguem a luta em defesa da empresa e dos postos de trabalho, acreditando na viabilidade económica desta empresa de metalomecânica.
Inconformados com a perspectiva de encerramento que lhes tem vindo a ser colocada, os trabalhadores continuam a recusar a rescisão dos seus contratos de trabalho e apostam na manutenção da empresa.
Apesar de pertencer a um sector da produção nacional que tem enfrentado as mais sérias dificuldades ao longo dos anos, a empresa tem um considerável nível de actividade que, inclusivamente, a levou mesmo a recusar encomendas por impossibilidade de as satisfazer.
Só que as dificuldades e os problemas foram-se agudizando e, como assinala a deputada comunista Odete Santos em requerimento sobre o assunto dirigido ao Governo, «após um largo período de gestão que, no mínimo, levanta dúvidas quanto à séria intenção de manter a empresa e os postos de trabalho», face ao elevado montante de dívidas ao Estado entretanto acumulado, aquilo que mais se receava aconteceu: inicia-se o processo de falência com o objectivo de satisfazer os créditos e encerrar a empresa.
Entre os trabalhadores prevalece porém a convicção de que sendo o Estado o principal credor, tal qualidade confere-lhe obrigatoriamente uma responsabilidade adicional.
Dito de outro modo, tem uma palavra fundamental a dizer quanto ao destino da empresa e dos postos de trabalho, sobretudo tendo em conta a vontade expressa dos seus trabalhadores no sentido de a viabilizar e garantir o seu futuro.
Por isso a iniciativa agora tomada por Odete Santos, junto dos Ministérios do Trabalho e da Economia, com vista a saber qual a avaliação do Governo sobre a situação da empresa Irmal, bem como sobre as medidas que pensa adoptar para garantir a sua laboração.
Apesar de pertencer a um sector da produção nacional que tem enfrentado as mais sérias dificuldades ao longo dos anos, a empresa tem um considerável nível de actividade que, inclusivamente, a levou mesmo a recusar encomendas por impossibilidade de as satisfazer.
Só que as dificuldades e os problemas foram-se agudizando e, como assinala a deputada comunista Odete Santos em requerimento sobre o assunto dirigido ao Governo, «após um largo período de gestão que, no mínimo, levanta dúvidas quanto à séria intenção de manter a empresa e os postos de trabalho», face ao elevado montante de dívidas ao Estado entretanto acumulado, aquilo que mais se receava aconteceu: inicia-se o processo de falência com o objectivo de satisfazer os créditos e encerrar a empresa.
Entre os trabalhadores prevalece porém a convicção de que sendo o Estado o principal credor, tal qualidade confere-lhe obrigatoriamente uma responsabilidade adicional.
Dito de outro modo, tem uma palavra fundamental a dizer quanto ao destino da empresa e dos postos de trabalho, sobretudo tendo em conta a vontade expressa dos seus trabalhadores no sentido de a viabilizar e garantir o seu futuro.
Por isso a iniciativa agora tomada por Odete Santos, junto dos Ministérios do Trabalho e da Economia, com vista a saber qual a avaliação do Governo sobre a situação da empresa Irmal, bem como sobre as medidas que pensa adoptar para garantir a sua laboração.