CIA - a evidência criminal do imperialismo
Em matéria de crimes do imperialismo, intrínsecos à sua natureza, não há espaço para abordar aqui sequer o respectivo índice. Vive-se um momento em que a ofensiva de recolonização e as guerras de rapina, que os USA e «acólitos» impõem aos povos, são causa de tantos crimes e massacres - no Iraque, no Afeganistão e algures -, que nem a omnipresente máquina imperial de guerra psicológica, de comando dos media e do «pensamento único» conseguem silenciar.
A CIA é a organização criminosa oficial mais conhecida da panóplia USA, embora na «guerra total contra o terrorismo» a «Agência de Langley» esteja a passar dificuldades – foi despedida a Directora que «deu à dica» sobre as «prisões secretas», demitiu-se P.Goss, ex-Dir.Geral e ex-amigo de G.W.Bush, e persiste a contestação ao seu substituto M.Hayden, ex-chefe da NSA, da rede Echelon de espionagem das telecomunicações, no mundo e nos USA, com vista à «base de dados global».
A CIA dirige a operação mundial do «assassination right» e do sequestro de pretensos «terroristas», de extradição ilegal para as «prisões secretas» em Guantánamo, no médio oriente, na Indonésia, etc., onde são torturados e internados em «perpétua» sem julgamento.
E as juras falsas de Condoleezza Rice, de Novembro de 2005, de que a acção da CIA «nunca violou a soberania de qualquer Estado» (europeu) e «nunca transportou ninguém para países onde pudesse haver perigo de tortura», surgem agora, à luz dos insuspeitos relatórios do Sec.Geral do Conselho da Europa e da Comissão do Parlamento Europeu para apuramento da matéria, com a real dimensão duma mentira de Estado para mistificar os «países amigos» e manipular a opinião pública.
Conclui-se que houve sequestros, voos e trânsito de prisioneiros em muitos Estados da UE com destino a locais de tortura, cooperação de serviços secretos europeus em certas operações ou, noutros casos, classifica-se de «inacreditável» que alguns governos aleguem desconhecimento – como é o caso deste executivo PS.
Dados do Eurocontrol provam – só dois exemplos - que fez escala no Porto um voo da CIA de Bagdad para Washington e um outro para Rabat e destino a Guantánamo, alguns aviões reabasteceram de portas fechadas, para evitarem o reconhecimento acidental(?).
Tudo claro! A acção criminosa da CIA é evidente e o que falta, também em Portugal, são medidas para a investigar e impedir no espaço aéreo e no território do nosso país. E falta, ao Governo PS, vontade política e coragem para defender a soberania nacional e repudiar os crimes do Imperialismo.
A CIA é a organização criminosa oficial mais conhecida da panóplia USA, embora na «guerra total contra o terrorismo» a «Agência de Langley» esteja a passar dificuldades – foi despedida a Directora que «deu à dica» sobre as «prisões secretas», demitiu-se P.Goss, ex-Dir.Geral e ex-amigo de G.W.Bush, e persiste a contestação ao seu substituto M.Hayden, ex-chefe da NSA, da rede Echelon de espionagem das telecomunicações, no mundo e nos USA, com vista à «base de dados global».
A CIA dirige a operação mundial do «assassination right» e do sequestro de pretensos «terroristas», de extradição ilegal para as «prisões secretas» em Guantánamo, no médio oriente, na Indonésia, etc., onde são torturados e internados em «perpétua» sem julgamento.
E as juras falsas de Condoleezza Rice, de Novembro de 2005, de que a acção da CIA «nunca violou a soberania de qualquer Estado» (europeu) e «nunca transportou ninguém para países onde pudesse haver perigo de tortura», surgem agora, à luz dos insuspeitos relatórios do Sec.Geral do Conselho da Europa e da Comissão do Parlamento Europeu para apuramento da matéria, com a real dimensão duma mentira de Estado para mistificar os «países amigos» e manipular a opinião pública.
Conclui-se que houve sequestros, voos e trânsito de prisioneiros em muitos Estados da UE com destino a locais de tortura, cooperação de serviços secretos europeus em certas operações ou, noutros casos, classifica-se de «inacreditável» que alguns governos aleguem desconhecimento – como é o caso deste executivo PS.
Dados do Eurocontrol provam – só dois exemplos - que fez escala no Porto um voo da CIA de Bagdad para Washington e um outro para Rabat e destino a Guantánamo, alguns aviões reabasteceram de portas fechadas, para evitarem o reconhecimento acidental(?).
Tudo claro! A acção criminosa da CIA é evidente e o que falta, também em Portugal, são medidas para a investigar e impedir no espaço aéreo e no território do nosso país. E falta, ao Governo PS, vontade política e coragem para defender a soberania nacional e repudiar os crimes do Imperialismo.