Perigos a par da OPA
A Comissão de Trabalhadores da Portugal Telecom rejeita que o aumento dos dividendos para os accionistas seja feito à custa de direitos conquistados por gerações de trabalhadores.
Ao ataque à PT junta-se o ataque aos direitos
Enquanto a operação pública de aquisição bolsista, desencadeada pela Sonae contra a PT, corre o seu termo, outros motivos de preocupação inquietam os trabalhadores e os seus representantes. A intenção da administração da PT Comunicações de aumentar as contribuições dos beneficiários do plano de saúde e seus familiares, alterar a fórmula de cálculo do complemento de pensões para o pessoal dos antigos TLP e da ex-TDP, bem como a dimensão do «buraco» nos fundos de pensões levaram a CT da PT a convocar o cordão humano de anteontem, que ligou as instalações da Rua Andrade Corvo ao Forum Picoas.
A CT salientou que as matérias em causa dizem respeito «a todos os trabalhadores, quer estejam no activo, com suspensão do contrato, na pré-reforma ou na reforma/aposentação». À administração do Grupo PT e da PT Comunicações é exigido que abandone os projectos para alterar aquelas matérias, «porque elas consagram direitos conquistados por gerações de trabalhadores». Por outro lado, esta acção insere-se num esforço de sensibilização dos trabalhadores para a importância da defesa da PT-ACS (regime de assistência próprio da PT), dos fundos de pensões, dos complementos de reforma e dos direitos dos trabalhadores.
Em comunicado, apelando à participação no cordão humano, o Sindicato dos Trabalhadores de Telecomunicações salientou a distinção entre as consequências da OPA e as consequências das medidas anunciadas pela administração de Henrique Granadeiro, particularmente as que constam na proposta de revisão do Acordo de Empresa, tocando aumentos de custos com a saúde, complementos de reforma, fundos de pensões, isenção de horários de trabalho e actualização dos salários.
Ao apoiar a iniciativa da CT, nas Picoas e na Andrade Corvo, o sindicato salienta que é «ali, e não noutro local, que se encontram aqueles que decidiram apresentar a proposta de revisão do AE e têm capacidade para decidir retirá-la».
A CT salientou que as matérias em causa dizem respeito «a todos os trabalhadores, quer estejam no activo, com suspensão do contrato, na pré-reforma ou na reforma/aposentação». À administração do Grupo PT e da PT Comunicações é exigido que abandone os projectos para alterar aquelas matérias, «porque elas consagram direitos conquistados por gerações de trabalhadores». Por outro lado, esta acção insere-se num esforço de sensibilização dos trabalhadores para a importância da defesa da PT-ACS (regime de assistência próprio da PT), dos fundos de pensões, dos complementos de reforma e dos direitos dos trabalhadores.
Em comunicado, apelando à participação no cordão humano, o Sindicato dos Trabalhadores de Telecomunicações salientou a distinção entre as consequências da OPA e as consequências das medidas anunciadas pela administração de Henrique Granadeiro, particularmente as que constam na proposta de revisão do Acordo de Empresa, tocando aumentos de custos com a saúde, complementos de reforma, fundos de pensões, isenção de horários de trabalho e actualização dos salários.
Ao apoiar a iniciativa da CT, nas Picoas e na Andrade Corvo, o sindicato salienta que é «ali, e não noutro local, que se encontram aqueles que decidiram apresentar a proposta de revisão do AE e têm capacidade para decidir retirá-la».