Metalúrgicos conseguem acordo salarial
O poderoso sindicato da metalurgia alemã, IG Metall, obteve um acordo salarial que deverá aplicar-se a cinco mil empresas do sector que empregam cerca de 3,4 milhões de trabalhadores.
Ao fim de dez semanas de negociações, que terminaram no sábado, dia 22, com uma ronda que durou 18 horas, sindicatos e patronato acordaram um aumento de três por cento nos salários com efeitos a partir do próximo mês de Junho.
De imediato será pago um prémio mínimo de 310 euros por trabalhador,, que poderá ser superior (até 620 euros) em empresas em boa situação económica, embora possa não ser pago naquelas que atravessam períodos de crise.
O presidente do IG Metall, Jürgen Peters, considerou o acordo como «aceitável para as duas partes». A estrutura exigia inicialmente uma actualização de cinco por cento, mostrando-se determinada a conseguir um aumento real do poder de compra.
Nesse sentido, foram realizadas nas últimas semanas uma série de greves de aviso que contaram com a adesão de muitos milhares de trabalhadores em todo o país.
As pressões do patronato, que propunha apenas 1,2 por cento ameaçando com deslocalizações, desta vez não surtiram efeito. As duras greves nos serviços públicos, os protestos dos médicos e agora a firmeza dos metalúrgicos indicam o reforço do movimento reivindicativo no país.
De imediato será pago um prémio mínimo de 310 euros por trabalhador,, que poderá ser superior (até 620 euros) em empresas em boa situação económica, embora possa não ser pago naquelas que atravessam períodos de crise.
O presidente do IG Metall, Jürgen Peters, considerou o acordo como «aceitável para as duas partes». A estrutura exigia inicialmente uma actualização de cinco por cento, mostrando-se determinada a conseguir um aumento real do poder de compra.
Nesse sentido, foram realizadas nas últimas semanas uma série de greves de aviso que contaram com a adesão de muitos milhares de trabalhadores em todo o país.
As pressões do patronato, que propunha apenas 1,2 por cento ameaçando com deslocalizações, desta vez não surtiram efeito. As duras greves nos serviços públicos, os protestos dos médicos e agora a firmeza dos metalúrgicos indicam o reforço do movimento reivindicativo no país.