Subdelegada do IDICT contestada em Tomar
A actual subdelegada do IDICT em Tomar «não é a pessoa indicada para ocupar o lugar que está a desempenhar há alguns anos, porque não é isenta nas suas acções de tratamento de participações apresentadas na Inspecção Geral do Trabalho», protesta o Sindicato das Indústrias de Celulose, Papel, Gráfica e Imprensa.
Num comunicado da delegação sindical de Santarém refere-se que não foi resolvido nenhum caso apresentado a partir de queixas dos trabalhadores. «É ridículo que se aguarde resolução ou resposta a um caso que data de 1997», protesta o sindicato, que refere estarem sem resposta outras queixas dos anos 2000 e 2001. «Quem ganha com estas demoras são as empresas a quem é dada uma protecção descarada e vergonhosa», conclui o comunicado, referindo que «em nenhuma» outra delegação ou subdelegação da Inspecção do Trabalho se verificam situações semelhantes.
Da situação em Tomar, refere-se ainda no comunicado, foi dado conhecimento ao director-geral da IGT, em Abril do ano passado, e também ao ministro do Trabalho e ao Procurador Geral da República.
Ponte de Sôr
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local acusou anteontem a delegação de Portalegre da Inspecção de Trabalho de «conivência com as irregularidades», ao nível da segurança, detectadas numa obra da Câmara de Ponte de Sôr. Em comunicado citado pela Lusa, o STAL denuncia que, passados quase 15 dias desde que apresentou queixa, «nada foi feito pela delegação de Portalegre do IDICT».
Desta forma, «persistem as irregularidades denunciadas e continuam os trabalhadores expostos a altos riscos que poderão pôr, a qualquer momento, em perigo a sua integridade física», afirma o sindicato.
Num comunicado da delegação sindical de Santarém refere-se que não foi resolvido nenhum caso apresentado a partir de queixas dos trabalhadores. «É ridículo que se aguarde resolução ou resposta a um caso que data de 1997», protesta o sindicato, que refere estarem sem resposta outras queixas dos anos 2000 e 2001. «Quem ganha com estas demoras são as empresas a quem é dada uma protecção descarada e vergonhosa», conclui o comunicado, referindo que «em nenhuma» outra delegação ou subdelegação da Inspecção do Trabalho se verificam situações semelhantes.
Da situação em Tomar, refere-se ainda no comunicado, foi dado conhecimento ao director-geral da IGT, em Abril do ano passado, e também ao ministro do Trabalho e ao Procurador Geral da República.
Ponte de Sôr
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local acusou anteontem a delegação de Portalegre da Inspecção de Trabalho de «conivência com as irregularidades», ao nível da segurança, detectadas numa obra da Câmara de Ponte de Sôr. Em comunicado citado pela Lusa, o STAL denuncia que, passados quase 15 dias desde que apresentou queixa, «nada foi feito pela delegação de Portalegre do IDICT».
Desta forma, «persistem as irregularidades denunciadas e continuam os trabalhadores expostos a altos riscos que poderão pôr, a qualquer momento, em perigo a sua integridade física», afirma o sindicato.