Greve nacional nos correios
Para hoje e sexta-feira, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações convocou uma greve nacional. Neste primeiro dia de paralisação realiza-se em Lisboa uma manifestação de trabalhadores dos CTT.
Uma nota anteontem divulgada pelo SNTCT informa que «estas acções inserem-se na luta dos trabalhadores contra a actual situação» na empresa. Os traços que a caracterizam são também os motivos para o protesto.
À cabeça, no rol apresentado pelo sindicato, surge a diminuição dos postos de trabalho. «Desde que tomou posse, esta administração já diminuiu cerca de mil postos de trabalho, tendo um projecto de diminuir mais mil até ao fim deste ano», denuncia o SNTCT, acrescentando que tal facto «tem como efeito imediato o impedimento dos trabalhadores gozarem as férias deste ano, nos períodos a que têm direito».
São ainda referidos outros motivos:
- a privatização parcial dos CTT, através da entrega de partes da Distribuição e do Atendimento a entidades privadas;
- a entrega da gestão dos cuidados de saúde dos beneficiários do sub-sistema de saúde dos CTT (IOS) à PT-ACS, o que «indicia a tentativa de acabar com o sub-sistema e enviar os trabalhadores para o Serviço Nacional de Saúde»;
- a situação «catastrófica» do Fundo de Pensões, que apresenta um «buraco» de mil milhões de euros, pelo que «só estão garantidas as pensões dos trabalhadores que se aposentaram até 1997»;
- a perda de qualidade na prestação do serviço público;
- a «perda de grandes clientes para micro-empresas, tipo “vão-de-escada”», denunciando o sindicato que «uma delas é propriedade de uma administradora dos CTT e da sua família».
Uma nota anteontem divulgada pelo SNTCT informa que «estas acções inserem-se na luta dos trabalhadores contra a actual situação» na empresa. Os traços que a caracterizam são também os motivos para o protesto.
À cabeça, no rol apresentado pelo sindicato, surge a diminuição dos postos de trabalho. «Desde que tomou posse, esta administração já diminuiu cerca de mil postos de trabalho, tendo um projecto de diminuir mais mil até ao fim deste ano», denuncia o SNTCT, acrescentando que tal facto «tem como efeito imediato o impedimento dos trabalhadores gozarem as férias deste ano, nos períodos a que têm direito».
São ainda referidos outros motivos:
- a privatização parcial dos CTT, através da entrega de partes da Distribuição e do Atendimento a entidades privadas;
- a entrega da gestão dos cuidados de saúde dos beneficiários do sub-sistema de saúde dos CTT (IOS) à PT-ACS, o que «indicia a tentativa de acabar com o sub-sistema e enviar os trabalhadores para o Serviço Nacional de Saúde»;
- a situação «catastrófica» do Fundo de Pensões, que apresenta um «buraco» de mil milhões de euros, pelo que «só estão garantidas as pensões dos trabalhadores que se aposentaram até 1997»;
- a perda de qualidade na prestação do serviço público;
- a «perda de grandes clientes para micro-empresas, tipo “vão-de-escada”», denunciando o sindicato que «uma delas é propriedade de uma administradora dos CTT e da sua família».