Sindicatos de Setúbal preocupados com desemprego
Anteontem, dirigentes e delegados sindicais de Setúbal concentraram-se junto aos portões da Autoeuropa, exigindo medidas concretas que combatam o crescente desemprego no distrito e protestando contra o Código do Trabalho, actualmente em apreciação no Tribunal Constitucional.
A União dos Sindicatos de Setúbal promoveu esta acção no dia em que a Autoeuropa comemorou a fabricação de um milhão de automóveis, numa iniciativa que contou com a presença de Durão Barroso. «Um milhão de carros é muito bom para a empresa, é importante para os seus lucros, mas é necessário não esquecer os trabalhadores, os seus aumentos salariais, as suas regalias e os seus direitos», afirma a USS/CGTP, numa nota de imprensa.
Na Autoeuropa, a União exige que a administração da fábrica aplique a todos os trabalhadores as categorias profissionais do contrato colectivo do sector e que implemente as 40 horas de trabalho semanal. Os operários estão a laboral 42,5 horas, por a empresa não reconhecer como tempo de trabalho a meia hora de refeição, apesar dos tribunais terem dado razão aos funcionários diversas vezes.
A USS exige ainda o fim da perseguição a um delegado e um dirigente sindical, respectivamente castigado com 12 dias de suspensão e despedido, por recusarem o princípio da polivalência na atribuição de tarefas.
«É, ao fim e ao cabo, a exigência da dignificação dos trabalhadores da Autoeuropa, primeiros responsáveis pelas comemorações que a empresa leva a cabo», conclui a União.
A União dos Sindicatos de Setúbal promoveu esta acção no dia em que a Autoeuropa comemorou a fabricação de um milhão de automóveis, numa iniciativa que contou com a presença de Durão Barroso. «Um milhão de carros é muito bom para a empresa, é importante para os seus lucros, mas é necessário não esquecer os trabalhadores, os seus aumentos salariais, as suas regalias e os seus direitos», afirma a USS/CGTP, numa nota de imprensa.
Na Autoeuropa, a União exige que a administração da fábrica aplique a todos os trabalhadores as categorias profissionais do contrato colectivo do sector e que implemente as 40 horas de trabalho semanal. Os operários estão a laboral 42,5 horas, por a empresa não reconhecer como tempo de trabalho a meia hora de refeição, apesar dos tribunais terem dado razão aos funcionários diversas vezes.
A USS exige ainda o fim da perseguição a um delegado e um dirigente sindical, respectivamente castigado com 12 dias de suspensão e despedido, por recusarem o princípio da polivalência na atribuição de tarefas.
«É, ao fim e ao cabo, a exigência da dignificação dos trabalhadores da Autoeuropa, primeiros responsáveis pelas comemorações que a empresa leva a cabo», conclui a União.