Resistir ao despedimento
Na FEHST Componentes, Lda, situada no Complexo Grundig de Braga, continua a resistir-se ao processo de despedimento colectivo de 38 trabalhadores (de um total de 68 que pretende despedir) levado a cabo pela administração em nome da viabilidade económica da empresa. Trata-se, na sua maioria, de trabalhadores jovens ou de trabalhadores com funções consideradas essenciais para a empresa.
Para as organizações representativa dos trabalhadores esta é uma medida que não faz qualquer sentido, porquanto, sustentam, existe um número significativo de trabalhadores disponíveis para rescindir os seus contratos devido tanto às idades como aos anos de trabalho.
Num gesto que só pode ser entendido como de chantagem e de ilegítima pressão sobre os trabalhadores, a administração, entretanto, só pagou 50 por cento dos subsídios de Natal em Novembro, tendo igualmente atrasado o pagamento do salário de Dezembro.
Por isso a diligência do deputado comunista Agostinho Lopes junto do Governo no sentido de saber que avaliação faz o Ministério da Economia sobre a actual situação da FEHST e sua viabilidade futura.
«Que avaliação e intervenção está em curso por parte do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social ?», pergunta o deputado comunista em requerimento ao Executivo de José Sócrates, onde não esconde a sua preocupação pelos intentos da administração da empresa e pelo incumprimento das suas obrigações perante os trabalhadores.
Para as organizações representativa dos trabalhadores esta é uma medida que não faz qualquer sentido, porquanto, sustentam, existe um número significativo de trabalhadores disponíveis para rescindir os seus contratos devido tanto às idades como aos anos de trabalho.
Num gesto que só pode ser entendido como de chantagem e de ilegítima pressão sobre os trabalhadores, a administração, entretanto, só pagou 50 por cento dos subsídios de Natal em Novembro, tendo igualmente atrasado o pagamento do salário de Dezembro.
Por isso a diligência do deputado comunista Agostinho Lopes junto do Governo no sentido de saber que avaliação faz o Ministério da Economia sobre a actual situação da FEHST e sua viabilidade futura.
«Que avaliação e intervenção está em curso por parte do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social ?», pergunta o deputado comunista em requerimento ao Executivo de José Sócrates, onde não esconde a sua preocupação pelos intentos da administração da empresa e pelo incumprimento das suas obrigações perante os trabalhadores.