Despedimentos colectivos começaram com Cavaco
Em campanha pelo distrito de Braga, na segunda-feira, que terminou com um comício em Guimarães, Jerónimo de Sousa deu razões para derrotar Cavaco Silva.
«A prova que Cavaco Silva não merece ser Presidente da República é que ainda hoje se está a sentir no distrito os efeitos da sua política», afirmou Jerónimo de Sousa na segunda-feira, em Braga, num encontro que manteve hoje com ex-trabalhadoras da Grundig, empresa das indústrias eléctricas.
Na União de Sindicatos de Braga, o candidato apelou aos trabalhadores para não votarem em Cavaco Silva, lembrando que foi um dos seus governos que aprovou uma lei que «facilita os despedimentos colectivos».
«Esta empresa, que recebeu subsídios do Estado português no tempo de Cavaco Silva, é a mesma que agora usou uma lei cavaquista para fazer despedimento s colectivos», precisou.
No auditório do pólo de Guimarães da Universidade do Minho, com algumas centenas de apoiantes, Jerónimo de Sousa afirmou que a sua candidatura é suportada por «uma onda de apoio de pessoas de vários quadrantes políticos» e apelou aos portugueses que «estão contra a política e as ideias de Cavaco Silva» expressarem nas urnas o seu protesto. «Cavaco Silva só poderá ganhar por falta de comparência dos que estão contra ele», salientou.
O líder do PCP apresentou-se como o candidato que «tem sensibilidade para as inquietações, que não só compreende mas sente os problemas e angústias dos portugueses. Esta candidatura não considera os portugueses como meros números estatísticos ou máquinas de produção», garantiu.
Na altura, o mandatário da candidatura para o distrito de Braga, António Lopes, sustentou que se «algum trabalhador ou desempregado do sector têxtil votar em Cavaco Silva será por engano ou porque está iludido».
Na União de Sindicatos de Braga, o candidato apelou aos trabalhadores para não votarem em Cavaco Silva, lembrando que foi um dos seus governos que aprovou uma lei que «facilita os despedimentos colectivos».
«Esta empresa, que recebeu subsídios do Estado português no tempo de Cavaco Silva, é a mesma que agora usou uma lei cavaquista para fazer despedimento s colectivos», precisou.
No auditório do pólo de Guimarães da Universidade do Minho, com algumas centenas de apoiantes, Jerónimo de Sousa afirmou que a sua candidatura é suportada por «uma onda de apoio de pessoas de vários quadrantes políticos» e apelou aos portugueses que «estão contra a política e as ideias de Cavaco Silva» expressarem nas urnas o seu protesto. «Cavaco Silva só poderá ganhar por falta de comparência dos que estão contra ele», salientou.
O líder do PCP apresentou-se como o candidato que «tem sensibilidade para as inquietações, que não só compreende mas sente os problemas e angústias dos portugueses. Esta candidatura não considera os portugueses como meros números estatísticos ou máquinas de produção», garantiu.
Na altura, o mandatário da candidatura para o distrito de Braga, António Lopes, sustentou que se «algum trabalhador ou desempregado do sector têxtil votar em Cavaco Silva será por engano ou porque está iludido».