Pequenos empresários marginalizados
Jerónimo de Sousa afirmou, dia 13 em Setúbal, que os sucessivos Presidentes da República têm marginalizado os pequenos e médios empresários. Falando num jantar que juntou centenas de micro, pequenos e médios empresários da região, o candidato comunista acusou os anteriores presidentes de não terem dado deram a «atenção devida ao mais numeroso grupo de empresários portugueses». Em sua opinião, nada disto é de admirar, pois em geral revelam só conhecer as «associações empresariais do grande capital, marginalizando nas relações institucionais as diversas estruturas representativas dos pequenos empresários».
O candidato comunista realçou que as cerca de 250 mil micro, pequenas e médias empresas são responsáveis por cerca de 75 por cento do emprego no País e representam perto de 51 por cento do Produto Interno Bruto. Para Jerónimo de Sousa, Cavaco Silva e os «senhores do dinheiro que o apoiam» não merecem o voto dos pequenos empresários, já que foi o homem que «formatou em Portugal a política económica responsável por muitos dos problemas dos pequenos empresários».
«Os Belmiros, os Jerónimos Martins, os Amorins e a generalidade dos banqueiros não devem ter o voto dos pequenos empresários», afirmou o candidato lembrando que a «situação de asfixia dos pequenos e médios empresários» deve-se às políticas de sucessivos governos que permitiram que a banca e os seguros se transformassem em «predadores sem freio da riqueza gerada».
Jerónimo de Sousa voltou a defender que a necessidade de derrotar Cavaco Silva tem a ver com as opções políticas e económicas desse candidato e não pela sua apregoada competência. Em seguida, voltou a assegurar que a sua candidatura está «em condições de garantir o cumprimento da Constituição da República também nesta matéria». Também pela competência, destacou, «assumo esse compromisso».
O candidato comunista realçou que as cerca de 250 mil micro, pequenas e médias empresas são responsáveis por cerca de 75 por cento do emprego no País e representam perto de 51 por cento do Produto Interno Bruto. Para Jerónimo de Sousa, Cavaco Silva e os «senhores do dinheiro que o apoiam» não merecem o voto dos pequenos empresários, já que foi o homem que «formatou em Portugal a política económica responsável por muitos dos problemas dos pequenos empresários».
«Os Belmiros, os Jerónimos Martins, os Amorins e a generalidade dos banqueiros não devem ter o voto dos pequenos empresários», afirmou o candidato lembrando que a «situação de asfixia dos pequenos e médios empresários» deve-se às políticas de sucessivos governos que permitiram que a banca e os seguros se transformassem em «predadores sem freio da riqueza gerada».
Jerónimo de Sousa voltou a defender que a necessidade de derrotar Cavaco Silva tem a ver com as opções políticas e económicas desse candidato e não pela sua apregoada competência. Em seguida, voltou a assegurar que a sua candidatura está «em condições de garantir o cumprimento da Constituição da República também nesta matéria». Também pela competência, destacou, «assumo esse compromisso».