Acabar em grande uma grande campanha
Depois da grande arruada do passado dia 11, que percorreu as ruas do Porto, Jerónimo de Sousa volta àquela cidade amanhã, para o grande comício de encerramento no Coliseu.
«Esta recepção vale mais do que qualquer sondagem»
Jerónimo de Sousa participa amanhã, no Porto, no grande comício de encerramento que terá lugar no Coliseu daquela cidade. Inicialmente previsto para a cidade da Maia, o comício de encerramento foi transferido para a mais nobre sala da cidade do Porto depois da gigantesca arruada do passado dia 11.
Na arruada, Jerónimo de Sousa estava visivelmente emocionado pela multidão que o acompanhava e pela simpatia com que era abordado pelos portuenses. Na ocasião, o candidato comunista afirmou que «se o povo quiser, no dia 22 conseguiremos que a direita vá à segunda volta e aí tudo pode acontecer». Submerso num banho de multidão, o reafirmou confiar mais no povo do que nas sondagens. E questionou: «Se isto não é o povo, onde está o povo?».
Saudado por muita gente, Jerónimo de Sousa afirmou não ser capaz de distinguir onde acaba a simpatia e começa o voto. A dimensão e o calor da recepção é, para o candidato comunista, o «prémio maior para quem anda na vida política». Um prémio que emociona, «pois eu sou um produto deste povo», afirmou.
No final da arruada, num comício realizado na rua, o candidato agradeceu a força dada pelo povo do Porto para os próximos dias de campanha, reafirmando que tudo está em aberto, pesem embora as sondagens e opiniões favoráveis à direita. Para o candidato comunista, a recepção obtida no Porto «vale mais do que qualquer sondagem». Em seguida, Jerónimo de Sousa realçou que a sua candidatura está a crescer e que se encontra «em pé de igualdade» com as restantes para a passagem a uma segunda volta.
Aos jornalistas, Jerónimo de Sousa respondeu a Mário Soares, que o acusou de ser o culpado de uma eventual vitória de Cavaco Silva. Para Jerónimo de Sousa, o candidato do PS «tem que trabalhar por sua conta. Não sou eu que lhe vou fazer um favor ou frete». O candidato comunista acusou o PS de estar a subestimar as «reais possibilidades» de derrotar o candidato da direita, Cavaco Silva. «Está tudo ainda em aberto, independentemente do rigor que possa existir em algumas sondagens», afirmou, confiando não haver nenhuma razão para pensar que Cavaco Silva já ganhou.
Questionado sobre a críticas feitas por Mário Soares à comunicação social, Jerónimo de Sousa desabafou: «Quantas vezes a nós não nos doeu».
Na arruada, Jerónimo de Sousa estava visivelmente emocionado pela multidão que o acompanhava e pela simpatia com que era abordado pelos portuenses. Na ocasião, o candidato comunista afirmou que «se o povo quiser, no dia 22 conseguiremos que a direita vá à segunda volta e aí tudo pode acontecer». Submerso num banho de multidão, o reafirmou confiar mais no povo do que nas sondagens. E questionou: «Se isto não é o povo, onde está o povo?».
Saudado por muita gente, Jerónimo de Sousa afirmou não ser capaz de distinguir onde acaba a simpatia e começa o voto. A dimensão e o calor da recepção é, para o candidato comunista, o «prémio maior para quem anda na vida política». Um prémio que emociona, «pois eu sou um produto deste povo», afirmou.
No final da arruada, num comício realizado na rua, o candidato agradeceu a força dada pelo povo do Porto para os próximos dias de campanha, reafirmando que tudo está em aberto, pesem embora as sondagens e opiniões favoráveis à direita. Para o candidato comunista, a recepção obtida no Porto «vale mais do que qualquer sondagem». Em seguida, Jerónimo de Sousa realçou que a sua candidatura está a crescer e que se encontra «em pé de igualdade» com as restantes para a passagem a uma segunda volta.
Aos jornalistas, Jerónimo de Sousa respondeu a Mário Soares, que o acusou de ser o culpado de uma eventual vitória de Cavaco Silva. Para Jerónimo de Sousa, o candidato do PS «tem que trabalhar por sua conta. Não sou eu que lhe vou fazer um favor ou frete». O candidato comunista acusou o PS de estar a subestimar as «reais possibilidades» de derrotar o candidato da direita, Cavaco Silva. «Está tudo ainda em aberto, independentemente do rigor que possa existir em algumas sondagens», afirmou, confiando não haver nenhuma razão para pensar que Cavaco Silva já ganhou.
Questionado sobre a críticas feitas por Mário Soares à comunicação social, Jerónimo de Sousa desabafou: «Quantas vezes a nós não nos doeu».