Pyongyang exige fim das sanções
A República Popular Democrática da Coreia (RPDC) exigiu esta segunda-feira aos EUA o levantamento das sanções financeiras impostas ao país, como condição para o reatamento das conversações multilaterais sobre a questão nuclear.
«Os EUA devem levantar as sanções, que constituem um obstáculo às negociações a seis, se desejam verdadeiramente a desnuclearização da Península coreana e progressos nas discussões», declarou um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da RPDC.
A mesma fonte sublinhou que «nas actuais condições é absurdo discutir com os Estados Unidos, o agressor, o assunto do desmantelamento das armas nucleares dissuasórias construídas pela Coreia do Norte para autodefesa», pelo que a RPDC se recusa a voltar à mesa das negociações em Pequim (em que participam os EUA, Coreia do Sul, China, Japão e Rússia) enquanto persistir a política hostil de Washington.
A Casa Branca afirma que a exigência de Pyongyang é um pretexto para retardar as negociações, mas a Coreia do Norte rejeita a acusação, fazendo notar que as sanções estão directamente ligadas às negociações.
Em vésperas da quinta ronda negocial em Pequim, os EUA congelaram os bens de oito empresas norte-coreanas no seu território, acusando-as de «comércio ilegal» e de contribuírem para a proliferação de «armas de destruição massiva» na RPDC.
Para Pyongyang, as sanções visam asfixiar o sistema político da Coreia do Norte e contradizem o «respeito mútuo e os princípios de coexistência pacífica» entre ambos os estados.
«Nestas circunstâncias - afirmou - é insensato continuar a discutir com os EUA o fim do poder dissuasório nuclear, pois na verdade o que [Washington] pretende é prosseguir a sua política hostil em relação a nós, independentemente da reunião a seis».
O porta-voz norte-coreano admitiu mesmo como provável» que, «caso fosse alcançado um acordo entre as partes», a administração Bush o invalidasse.
«Os EUA devem levantar as sanções, que constituem um obstáculo às negociações a seis, se desejam verdadeiramente a desnuclearização da Península coreana e progressos nas discussões», declarou um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da RPDC.
A mesma fonte sublinhou que «nas actuais condições é absurdo discutir com os Estados Unidos, o agressor, o assunto do desmantelamento das armas nucleares dissuasórias construídas pela Coreia do Norte para autodefesa», pelo que a RPDC se recusa a voltar à mesa das negociações em Pequim (em que participam os EUA, Coreia do Sul, China, Japão e Rússia) enquanto persistir a política hostil de Washington.
A Casa Branca afirma que a exigência de Pyongyang é um pretexto para retardar as negociações, mas a Coreia do Norte rejeita a acusação, fazendo notar que as sanções estão directamente ligadas às negociações.
Em vésperas da quinta ronda negocial em Pequim, os EUA congelaram os bens de oito empresas norte-coreanas no seu território, acusando-as de «comércio ilegal» e de contribuírem para a proliferação de «armas de destruição massiva» na RPDC.
Para Pyongyang, as sanções visam asfixiar o sistema político da Coreia do Norte e contradizem o «respeito mútuo e os princípios de coexistência pacífica» entre ambos os estados.
«Nestas circunstâncias - afirmou - é insensato continuar a discutir com os EUA o fim do poder dissuasório nuclear, pois na verdade o que [Washington] pretende é prosseguir a sua política hostil em relação a nós, independentemente da reunião a seis».
O porta-voz norte-coreano admitiu mesmo como provável» que, «caso fosse alcançado um acordo entre as partes», a administração Bush o invalidasse.