«O império não é invencível»
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, inaugurou, na segunda-feira, dia 8, em Caracas o XVI Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, afirmando que «o império não será senhor do mundo».
«A agressão imperialista e capitalista sempre teve como objectivo a dominação do mundo. Os imperialistas não serão senhores dos mundo, mas sim os povos que querem livres», declarou Chávez perante milhares de jovens vindos de 144 países.
O festival, que conta com a presença de 17 mil jovens, decorrerá até ao próximo dia 15 sob o lema «A paz e a luta contra o imperialismo e a guerra».
Para o presidente venezuelano o grande desafio da juventude é «salvar o mundo que está ameaçado pela voracidade do imperialismo norte-americano que não respeita limites».
O «império norte-americano é o mais poderoso que jamais existiu na história do mundo», e também «o mais descarado, hipócrita, selvagem, cruel e assassino que jamais existiu na história do mundo».
Chávez recordou os ataques sanguinários, há 60 anos, com bombas atómicas contra as cidades japonesas de Hiroshima e Nagazaki, qualificando-os como «o maior acto terrorista e genocida de que há memória na história» e uma demonstração da «selvajaria do império».
No entanto, sublinhou, «o império norte-americano não é invencível e temos a obrigação de lutar contra ele pela paz». Como exemplo dessa luta, referiu a revolução cubana, liderada por Fidel Castro, que «resiste há 40 anos aos ataques do império». Na mesma situação, acrescentou, encontra-se «o povo venezuelano, livre e determinado a enfrentar o império norte-americano».
«A agressão imperialista e capitalista sempre teve como objectivo a dominação do mundo. Os imperialistas não serão senhores dos mundo, mas sim os povos que querem livres», declarou Chávez perante milhares de jovens vindos de 144 países.
O festival, que conta com a presença de 17 mil jovens, decorrerá até ao próximo dia 15 sob o lema «A paz e a luta contra o imperialismo e a guerra».
Para o presidente venezuelano o grande desafio da juventude é «salvar o mundo que está ameaçado pela voracidade do imperialismo norte-americano que não respeita limites».
O «império norte-americano é o mais poderoso que jamais existiu na história do mundo», e também «o mais descarado, hipócrita, selvagem, cruel e assassino que jamais existiu na história do mundo».
Chávez recordou os ataques sanguinários, há 60 anos, com bombas atómicas contra as cidades japonesas de Hiroshima e Nagazaki, qualificando-os como «o maior acto terrorista e genocida de que há memória na história» e uma demonstração da «selvajaria do império».
No entanto, sublinhou, «o império norte-americano não é invencível e temos a obrigação de lutar contra ele pela paz». Como exemplo dessa luta, referiu a revolução cubana, liderada por Fidel Castro, que «resiste há 40 anos aos ataques do império». Na mesma situação, acrescentou, encontra-se «o povo venezuelano, livre e determinado a enfrentar o império norte-americano».