Comunistas sempre presentes
O secretário-geral do PCP esteve presente, no passado dia 19, nas jornadas de luta dos trabalhadores da Rohde e da Yazaki Saltano. Mais uma vez, os comunistas estiveram onde é o seu lugar!
O PCP voltou a estar onde é o seu lugar, junto dos trabalhadores
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, integrou a delegação do PCP que participou na manifestação dos trabalhadores da Rohde – multinacional alemã de calçado, sediada no distrito de Aveiro – que, no passado dia 19, protestaram contra a aplicação de mais um lay-off na empresa. À entrada da fábrica era possível sentir a determinação daqueles trabalhadores, na sua maioria mulheres, que saíam dos pavilhões trajados de negro, respondendo ao apelo do sindicato.
Nas camisolas, em português e alemão, alguns trabalhadores empunhavam mensagens rejeitando o lay-off. Na manifestação, que se dirigiu à delegação da Segurança Social e à Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, e que constituiu uma poderosa afirmação de unidade, gritou-se bem alto que todos estão dispostos a travar a mesma luta – a defesa dos postos de trabalho.
Falando aos trabalhadores no final da manifestação, o secretário-geral comunista rejeitou a medida da empresa, que acusa que querer levar os trabalhadores à rescisão dos seus contratos. E lembrou que sempre depois de cada lay-off vem uma revoada de despedimentos.
«Aquando do primeiro lay-off , eram mais de 2500. Agora, já lá vão quatro processos de lay-off , não chegam a 1500 trabalhadores», destacou Jerónimo de Sousa. O dirigente do PCP acusou a empresa de conseguir um «negócio barato, usando os meios e dinheiros da Segurança Social para conseguir os objectivos de redução dos postos de trabalho e deslocalização da produção».
Em seguida, o secretário-geral do PCP, acompanhado por dirigentes locais e regionais do Partido, exigiu do Governo a intervenção em defesa dos trabalhadores e dos seus postos de trabalho. Na manifestação, os comunistas distribuíram comunicados aos trabalhadores em que lembravam a luta do Partido em defesa do emprego na Rohde.
Na Yazaki Saltano
Na sequência da importante batalha em curso protagonizada pelos trabalhadores da Yazaki em defesa dos seus postos de trabalho, Jerónimo de Sousa esteve também à porta daquela empresa, de material eléctrico e electrónico. Com esta acção, demonstrava-se uma vez mais a solidariedade do PCP e o empenho em tudo fazer em defesa dos mais que legítimos interesses de quem trabalha.
Dirigindo-se às várias centenas de trabalhadores que participavam no plenário sindical, o dirigente comunista exortou todos os presentes a continuar a luta pela manutenção da fábrica em Ovar, sublinhando o papel determinante da união e da firmeza de todos perante a arrogância patronal. Em seguida acusou a Yazaki de tudo fazer para amedrontar os trabalhadores procurando a todo o custo a sua desmobilização.
Para pôr cobro à mais esta deslocalização, o Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República apresentou esta semana um projecto-lei visando justamente desincentivar estas deslocalizações de empresas, que, depois de usufruirem de todo o tipo de isenções e subsídios, e apesar dos altos níveis de
produtividade, resolvem migrar para outros países à procura de maiores taxas de exploração.
Nas camisolas, em português e alemão, alguns trabalhadores empunhavam mensagens rejeitando o lay-off. Na manifestação, que se dirigiu à delegação da Segurança Social e à Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, e que constituiu uma poderosa afirmação de unidade, gritou-se bem alto que todos estão dispostos a travar a mesma luta – a defesa dos postos de trabalho.
Falando aos trabalhadores no final da manifestação, o secretário-geral comunista rejeitou a medida da empresa, que acusa que querer levar os trabalhadores à rescisão dos seus contratos. E lembrou que sempre depois de cada lay-off vem uma revoada de despedimentos.
«Aquando do primeiro lay-off , eram mais de 2500. Agora, já lá vão quatro processos de lay-off , não chegam a 1500 trabalhadores», destacou Jerónimo de Sousa. O dirigente do PCP acusou a empresa de conseguir um «negócio barato, usando os meios e dinheiros da Segurança Social para conseguir os objectivos de redução dos postos de trabalho e deslocalização da produção».
Em seguida, o secretário-geral do PCP, acompanhado por dirigentes locais e regionais do Partido, exigiu do Governo a intervenção em defesa dos trabalhadores e dos seus postos de trabalho. Na manifestação, os comunistas distribuíram comunicados aos trabalhadores em que lembravam a luta do Partido em defesa do emprego na Rohde.
Na Yazaki Saltano
Na sequência da importante batalha em curso protagonizada pelos trabalhadores da Yazaki em defesa dos seus postos de trabalho, Jerónimo de Sousa esteve também à porta daquela empresa, de material eléctrico e electrónico. Com esta acção, demonstrava-se uma vez mais a solidariedade do PCP e o empenho em tudo fazer em defesa dos mais que legítimos interesses de quem trabalha.
Dirigindo-se às várias centenas de trabalhadores que participavam no plenário sindical, o dirigente comunista exortou todos os presentes a continuar a luta pela manutenção da fábrica em Ovar, sublinhando o papel determinante da união e da firmeza de todos perante a arrogância patronal. Em seguida acusou a Yazaki de tudo fazer para amedrontar os trabalhadores procurando a todo o custo a sua desmobilização.
Para pôr cobro à mais esta deslocalização, o Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República apresentou esta semana um projecto-lei visando justamente desincentivar estas deslocalizações de empresas, que, depois de usufruirem de todo o tipo de isenções e subsídios, e apesar dos altos níveis de
produtividade, resolvem migrar para outros países à procura de maiores taxas de exploração.