Pescadores em risco
A eurodeputada da CDU Ilda Figueiredo afirmou que a norma que atribui à Comissão Europeia a «competências exclusivas» na defesa dos recursos marinhos é «mais do que suficiente» para o «não» ao referendo à Constituição Europeia.
Em declarações aos jornalistas, no final de vários encontros que manteve com representantes de pescadores e produtores na Figueira da Foz, Ilda Figueiredo afirmou que a Constituição Europeia «tem uma competência nova na área das pescas que pretende que seja a Comissão Europeia a deter a competência exclusiva na defesa dos recursos marinhos». «É uma coisa inadmissível. É desde já necessário dizer que isto é mais que suficiente, se não houver outras razões, para se votar contra este projecto (da Constituição Europeia)», afirmou.
Ilga Figueiredo justificou que, tendo Portugal a maior zona económica exclusiva (ZEE) marítima, «naturalmente é o mais prejudicado com isso». «Ela é profundamente contra Portugal em Muitos aspectos, mas este, na área das pescas, é um dos mais sérios. Altamente prejudicial para o nosso País, que ficaria sem qualquer jurisdição na área de intervenção da sua ZEE», disse.
Segundo Ilda Figueiredo, «até hoje» os pescadores e armadores portugueses «souberam defender os recursos marinhos e conter o aumento do esforço de pesca, que foi diminuindo consideravelmente». «Hoje pescamos cerca de metade do que pescávamos quando entrámos na União Europeia, enquanto a França ou a Dinamarca aumentaram o esforço de pesca. Não se admite que agora sejamos confrontados com uma questão destas», sustentou a comunista.
De entre outras questões abordadas na iniciativa, Ilda Figueiredo apontou ainda uma alegada «discriminação» que estarão a ser alvo os pescadores da Figueira da Foz do «não pagamento de subsídios de desemprego» no período de defeso da sardinha.
«O que hoje aqui me foi dito é que pararam desde 15 de Janeiro até 31 de Março. Pediram o subsídio de desemprego, não receberam nada até ao momento. E as organizações de produtores confirmaram que trabalhadores inscritos com barcos em Matosinhos ou em Peniche os pescadores receberam, ena Figueira não».
Neste sentido, Ilda Figueiredo que indagar junto do Governo português «o que é que se passa». «Os trabalhadores da Figueira não podem ser discriminados. Exigimos que sejam pagos», concluiu.
Em declarações aos jornalistas, no final de vários encontros que manteve com representantes de pescadores e produtores na Figueira da Foz, Ilda Figueiredo afirmou que a Constituição Europeia «tem uma competência nova na área das pescas que pretende que seja a Comissão Europeia a deter a competência exclusiva na defesa dos recursos marinhos». «É uma coisa inadmissível. É desde já necessário dizer que isto é mais que suficiente, se não houver outras razões, para se votar contra este projecto (da Constituição Europeia)», afirmou.
Ilga Figueiredo justificou que, tendo Portugal a maior zona económica exclusiva (ZEE) marítima, «naturalmente é o mais prejudicado com isso». «Ela é profundamente contra Portugal em Muitos aspectos, mas este, na área das pescas, é um dos mais sérios. Altamente prejudicial para o nosso País, que ficaria sem qualquer jurisdição na área de intervenção da sua ZEE», disse.
Segundo Ilda Figueiredo, «até hoje» os pescadores e armadores portugueses «souberam defender os recursos marinhos e conter o aumento do esforço de pesca, que foi diminuindo consideravelmente». «Hoje pescamos cerca de metade do que pescávamos quando entrámos na União Europeia, enquanto a França ou a Dinamarca aumentaram o esforço de pesca. Não se admite que agora sejamos confrontados com uma questão destas», sustentou a comunista.
De entre outras questões abordadas na iniciativa, Ilda Figueiredo apontou ainda uma alegada «discriminação» que estarão a ser alvo os pescadores da Figueira da Foz do «não pagamento de subsídios de desemprego» no período de defeso da sardinha.
«O que hoje aqui me foi dito é que pararam desde 15 de Janeiro até 31 de Março. Pediram o subsídio de desemprego, não receberam nada até ao momento. E as organizações de produtores confirmaram que trabalhadores inscritos com barcos em Matosinhos ou em Peniche os pescadores receberam, ena Figueira não».
Neste sentido, Ilda Figueiredo que indagar junto do Governo português «o que é que se passa». «Os trabalhadores da Figueira não podem ser discriminados. Exigimos que sejam pagos», concluiu.