Melhorar as acessibilidades na Península de Setúbal
As câmaras do Seixal e do Barreiro vão avançar com um estudo preliminar para a construção de uma ou duas pontes a ligar os dois concelhos, com vista a melhorar as acessibilidade locais.
Chega-se a levar duas horas entre o Barreiro e o Seixal
O documento, a elaborar até Agosto, por uma equipa técnica externa, resulta de um protocolo de colaboração assinado na passada quinta-feira entre os dois municípios e as empresas públicas Siderurgia Nacional - Serviços e Quimiparque, proprietárias de terrenos abrangidos pelo estudo.
Em declarações à comunicação social, o presidente da Câmara Municipal do Seixal, Alfredo Monteiro, da CDU, referiu que o estudo vai avaliar as soluções técnicas e os custos inerentes à construção sobre o rio Coina de uma ponte rodo-ferroviária ou, em alternativa, duas pontes: uma rodoviária e outra ferroviária.
O documento, que se enquadra na revisão em curso dos planos directores municipais dos dois concelhos, definirá novos acessos, incluindo os de ligação ao complexo empresarial da Quimiparque, no Barreiro, e à área da antiga siderurgia de Paio Pires, no Seixal, a reconverter em usos habitacionais, de recreio, lazer e serviços.
Justificando a necessidade da construção de uma ponte entre os dois concelhos, Alfredo Monteiro sustentou que a «acessibilidade» entre o Seixal e o Barreiro «é precária», atendendo a que a única via que une os dois municípios - a Estrada Nacional 10 - está sempre congestionada. «Chega-se a levar duas horas entre o Barreiro e o Seixal nas horas de ponta», argumentou, acrescentando que a construção de uma ponte permitiria encurtar a distância entre os dois concelhos.
Em tempos, o Barreiro e o Seixal estiveram ligados por uma ponte ferroviária, que foi abalroada por um navio de transporte de minério da siderurgia. O anteprojecto do metro ligeiro de superfície recupera essa ligação, já que prevê uma ponte ferroviária a unir as duas margens do rio Coina.
A construção de uma ponte rodoviária sobre o estuário do rio Coina também é apontada no estudo para a reconversão dos terrenos da siderurgia, em elaboração, e no Estudo de Impacto Ambiental do troço Funchalinho (Almada)/Coina (Barreiro) da Circular Regional Interna da Península de Setúbal, em consulta pública.
A opção por uma ponte mista poderá implicar a alteração do traçado do metro, dado que, a ser construída, seria próximo da antiga siderurgia, de acordo com Alfredo Monteiro. O autarca do PCP adiantou que, depois de concluído, o estudo será entregue ao ministro das Obras Públicas para que o Governo tome uma decisão sobre a matéria.
Segundo o protocolo compete às autarquias assegurar o acompanhamento técnico dos trabalhos e à Quimiparque e à Siderurgia Nacional - Serviços pagar o estudo.
Em declarações à comunicação social, o presidente da Câmara Municipal do Seixal, Alfredo Monteiro, da CDU, referiu que o estudo vai avaliar as soluções técnicas e os custos inerentes à construção sobre o rio Coina de uma ponte rodo-ferroviária ou, em alternativa, duas pontes: uma rodoviária e outra ferroviária.
O documento, que se enquadra na revisão em curso dos planos directores municipais dos dois concelhos, definirá novos acessos, incluindo os de ligação ao complexo empresarial da Quimiparque, no Barreiro, e à área da antiga siderurgia de Paio Pires, no Seixal, a reconverter em usos habitacionais, de recreio, lazer e serviços.
Justificando a necessidade da construção de uma ponte entre os dois concelhos, Alfredo Monteiro sustentou que a «acessibilidade» entre o Seixal e o Barreiro «é precária», atendendo a que a única via que une os dois municípios - a Estrada Nacional 10 - está sempre congestionada. «Chega-se a levar duas horas entre o Barreiro e o Seixal nas horas de ponta», argumentou, acrescentando que a construção de uma ponte permitiria encurtar a distância entre os dois concelhos.
Em tempos, o Barreiro e o Seixal estiveram ligados por uma ponte ferroviária, que foi abalroada por um navio de transporte de minério da siderurgia. O anteprojecto do metro ligeiro de superfície recupera essa ligação, já que prevê uma ponte ferroviária a unir as duas margens do rio Coina.
A construção de uma ponte rodoviária sobre o estuário do rio Coina também é apontada no estudo para a reconversão dos terrenos da siderurgia, em elaboração, e no Estudo de Impacto Ambiental do troço Funchalinho (Almada)/Coina (Barreiro) da Circular Regional Interna da Península de Setúbal, em consulta pública.
A opção por uma ponte mista poderá implicar a alteração do traçado do metro, dado que, a ser construída, seria próximo da antiga siderurgia, de acordo com Alfredo Monteiro. O autarca do PCP adiantou que, depois de concluído, o estudo será entregue ao ministro das Obras Públicas para que o Governo tome uma decisão sobre a matéria.
Segundo o protocolo compete às autarquias assegurar o acompanhamento técnico dos trabalhos e à Quimiparque e à Siderurgia Nacional - Serviços pagar o estudo.