Graves carências na saúde
Os eleitos, activistas e simpatizantes da CDU voltaram a reunir-se em mais uma iniciativa «Quartas CDU», desta vez para debater o estado do sistema de saúde no concelho da Moita.
O sistema de saúde no concelho continua a revelar carências
João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita, eleito pela CDU, afirmou neste encontro que «o sistema de saúde no concelho da Moita continua a revelar carências graves cujas respostas tardam a aparecer».
Dos vários assuntos abordados pelos comunistas da Moita, dois ressaltaram: os milhares de utentes do município do Moita que continuam sem médico de família e as inadequadas instalações do Centro de Saúde da Baixa da Banheira. «Apesar do esforço desenvolvido pelo pessoal de saúde, as instalações do Centro de Saúde da Baixa da Banheira não se coadunam com a prestação de um serviço de saúde de qualidade a que todos os cidadãos têm direito», realçou o autarca.
Uma situação que, na opinião de João Lobo, se mantém pela «falta de vontade política dos sucessivos Governos PS e PSD», uma vez que a Câmara da Moita cedeu já um terreno municipal para a construção deste equipamento de saúde. Foi igualmente mencionado que, quer o Centro de Saúde da Moita, quer o Centro de Saúde do Vale da Amoreira foram construídos em terrenos cedidos pela autarquia.
A CDU da Moita frisou ainda o facto de as diferentes propostas apresentadas pelos Grupos Parlamentares PCP e PEV, para incluir em PIDDAC a construção do novo Centro de Saúde da Baixa da Banheira, nunca terem merecido acolhimento pelos partidos que já constituíram Governo.
Foi mesmo junto ao Hospital Concelhio de Alhos Vedros que os participantes neste encontro mostraram, mais uma vez, a sua preocupação pelo estado de degradação em que se encontra aquele edifício. «Inaceitável» é assim que a CDU da Moita classifica a atitude da nova Administração de Saúde cuja primeira medida, após a tomada de posse deste Governo PS, foi comunicar à Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros, proprietária do edifício, a sua intenção de cessar o arrendamento.
«Esta atitude da Administração de Saúde reforça as nossas preocupações porque não augura nada de bom para o futuro dos serviços de saúde no concelho da Moita», desabafou o presidente da Câmara da Moita, João Lobo.
A CDU da Moita referiu que o Governo, como «pessoa de bem», não pode deixar de cumprir com as suas responsabilidades de repor aquele edifício como lhe foi entregue, há mais de 25 anos, de forma a voltar a funcionar como um equipamento de saúde.
Reivindicar um SAP
João Lobo lembrou ainda a luta que a Santa Casa da Misericórdia tem vindo a travar e que tem contado com o apoio incondicional da Câmara Municipal da Moita: «A Misericórdia de Alhos Vedros quer que a Administração Central lhes devolva o edifício mas com obras de reabilitação já realizadas, para que o antigo Hospital Concelhio de Alhos Vedros possa voltar a funcionar como equipamento de Saúde».
A CDU da Moita continua a reivindicar um Serviço de Atendimento Permanente no concelho da Moita, não aceitando que os cuidados de saúde cessem às 22h00. João Lobo recordou a postura da Câmara da Moita após o anúncio do encerramento do Hospital de Alhos Vedros, colocando-se de imediato ao lado da população e da Comissão de Utentes. «Infelizmente, nada do que fizemos surtiu efeito, nem sensibilizou o Governo e, actualmente, a população fica sem qualquer assistência médica entre as 22h00 e as 8h00. Asseguramos que vamos continuar a desenvolver todos os esforços para mudar esta situação», concluiu o edil moitense.
Dos vários assuntos abordados pelos comunistas da Moita, dois ressaltaram: os milhares de utentes do município do Moita que continuam sem médico de família e as inadequadas instalações do Centro de Saúde da Baixa da Banheira. «Apesar do esforço desenvolvido pelo pessoal de saúde, as instalações do Centro de Saúde da Baixa da Banheira não se coadunam com a prestação de um serviço de saúde de qualidade a que todos os cidadãos têm direito», realçou o autarca.
Uma situação que, na opinião de João Lobo, se mantém pela «falta de vontade política dos sucessivos Governos PS e PSD», uma vez que a Câmara da Moita cedeu já um terreno municipal para a construção deste equipamento de saúde. Foi igualmente mencionado que, quer o Centro de Saúde da Moita, quer o Centro de Saúde do Vale da Amoreira foram construídos em terrenos cedidos pela autarquia.
A CDU da Moita frisou ainda o facto de as diferentes propostas apresentadas pelos Grupos Parlamentares PCP e PEV, para incluir em PIDDAC a construção do novo Centro de Saúde da Baixa da Banheira, nunca terem merecido acolhimento pelos partidos que já constituíram Governo.
Foi mesmo junto ao Hospital Concelhio de Alhos Vedros que os participantes neste encontro mostraram, mais uma vez, a sua preocupação pelo estado de degradação em que se encontra aquele edifício. «Inaceitável» é assim que a CDU da Moita classifica a atitude da nova Administração de Saúde cuja primeira medida, após a tomada de posse deste Governo PS, foi comunicar à Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros, proprietária do edifício, a sua intenção de cessar o arrendamento.
«Esta atitude da Administração de Saúde reforça as nossas preocupações porque não augura nada de bom para o futuro dos serviços de saúde no concelho da Moita», desabafou o presidente da Câmara da Moita, João Lobo.
A CDU da Moita referiu que o Governo, como «pessoa de bem», não pode deixar de cumprir com as suas responsabilidades de repor aquele edifício como lhe foi entregue, há mais de 25 anos, de forma a voltar a funcionar como um equipamento de saúde.
Reivindicar um SAP
João Lobo lembrou ainda a luta que a Santa Casa da Misericórdia tem vindo a travar e que tem contado com o apoio incondicional da Câmara Municipal da Moita: «A Misericórdia de Alhos Vedros quer que a Administração Central lhes devolva o edifício mas com obras de reabilitação já realizadas, para que o antigo Hospital Concelhio de Alhos Vedros possa voltar a funcionar como equipamento de Saúde».
A CDU da Moita continua a reivindicar um Serviço de Atendimento Permanente no concelho da Moita, não aceitando que os cuidados de saúde cessem às 22h00. João Lobo recordou a postura da Câmara da Moita após o anúncio do encerramento do Hospital de Alhos Vedros, colocando-se de imediato ao lado da população e da Comissão de Utentes. «Infelizmente, nada do que fizemos surtiu efeito, nem sensibilizou o Governo e, actualmente, a população fica sem qualquer assistência médica entre as 22h00 e as 8h00. Asseguramos que vamos continuar a desenvolver todos os esforços para mudar esta situação», concluiu o edil moitense.