Viver a transformar a vida!
Quando convidamos alguém a inscrever-se no Partido, convidamo-lo a assumir como sua a luta de muitas gerações de homens e mulheres pelo ideal libertador e novo da construção do socialismo e do comunismo. Convidamo-lo a viver com o objectivo de transformar a vida. Não apenas a sua, mas a da sociedade.
A militância, a participação de cada militante, é o elemento decisivo da força do Partido
O projecto comunista é, pela sua justeza e cada vez maior actualidade, atractivo para largos milhares de pessoas. A necessidade de enraizamento cada vez mais profundo do Partido entre os trabalhadores e o povo português colocam-nos como grande necessidade a constante atenção ao recrutamento e à integração de novos militantes. Na sua reunião de 18 e 19 de Março passado, o Comité Central apontou como uma das medidas prioritárias para o reforço orgânico «o recrutamento de 2500 novos militantes, até Março de 2006, mês em que se assinala o 85.º aniversário do PCP, procurando concretizar a sua rápida integração na vida partidária».
É um objectivo audaz, que exige uma adequada discussão e planificação em todos os colectivos do Partido, mas perfeitamente alcançável. Fazer listas de gente que se destaca na luta, pela sua acção, pelo seu papel, pela sua influência junto de outros, pode ser um método útil para o recrutamento, particularmente dirigido a operários, homens e mulheres operários, e jovens.
Têm particular responsabilidade os camaradas que, pelas suas tarefas em organizações de massas, contactam e podem influenciar milhares de pessoas. Os dirigentes e activistas sindicais ou membros de comissões de trabalhadores, os dirigentes associativos de colectividades, associações juvenis, estudantis, desportivas, culturais, de mulheres, etc., conhecem centenas de pessoas que, em muitos casos, aguardam um convite para a inscrição no Partido.
Os processos de constituição das listas para concorrer às eleições autárquicas vão permitir-nos também o contacto e o conhecimento de largos milhares de democratas de todo o país, e são uma fonte de recrutamento a não perder.
Em muitos casos, «o recrutamento de novos militantes e a sua integração é uma questão decisiva para o início do trabalho partidário em muitas empresas e locais de trabalho, para a criação de novas células e para o rejuvenescimento da organização em vários sectores e empresas, e constitui um elemento vital para assegurar o futuro da organização partidária e o reforço da sua intervenção» . Noutros casos, a destruição do aparelho produtivo nacional, o desmantelamento de grandes empresas, as reformas antecipadas e o desemprego de muitos quadros exigem uma discussão atenta sobre o recrutamento, a fim de assegurar a continuidade da influência do Partido no futuro.
A militância
A militância, a participação de cada militante, é o elemento decisivo da força do Partido. Integrar cada novo camarada num organismo, procurar que assuma uma tarefa regular, por pequena que seja, adequada à sua disponibilidade, ao seu gosto pessoal, às suas capacidades e às necessidades de intervenção do Partido, contribui para o seu progressivo entendimento e envolvimento no Partido e na luta.
Devemos ter como preocupação constante no trabalho quotidiano a integração de um número sempre crescente de militantes na dinâmica partidária. O recrutamento de novos camaradas é uma importantíssima linha de trabalho, como também o é a acção nacional de contacto com os membros do Partido. Os contactos já realizados contribuíram, entre outros, para o aumento do núcleo activo, trazendo de volta ao trabalho e ao contacto mais regulares muitos camaradas há algum tempo desligados, bem como a actualização das empresas e locais de trabalho de milhares de militantes. Este último aspecto permite, quando bem utilizado, uma maior estruturação da base do Partido e uma maior ligação aos problemas dos trabalhadores.
Quando afirmamos que queremos viver a transformar a vida, afirmamos que é natural no Partido intervir revolucionariamente sobre o que nos rodeia. É responsabilidade de todas as organizações, de todos os organismos, de todos os militantes, discutir e promover acções do Partido sobre o meio em que actuam, sobre todos os aspectos da vida dos trabalhadores e das populações, tomando posição, agitando, dinamizando lutas para resolver problemas, prestigiando o Partido junto das massas e contribuindo para a sua tomada de consciência.
É um objectivo audaz, que exige uma adequada discussão e planificação em todos os colectivos do Partido, mas perfeitamente alcançável. Fazer listas de gente que se destaca na luta, pela sua acção, pelo seu papel, pela sua influência junto de outros, pode ser um método útil para o recrutamento, particularmente dirigido a operários, homens e mulheres operários, e jovens.
Têm particular responsabilidade os camaradas que, pelas suas tarefas em organizações de massas, contactam e podem influenciar milhares de pessoas. Os dirigentes e activistas sindicais ou membros de comissões de trabalhadores, os dirigentes associativos de colectividades, associações juvenis, estudantis, desportivas, culturais, de mulheres, etc., conhecem centenas de pessoas que, em muitos casos, aguardam um convite para a inscrição no Partido.
Os processos de constituição das listas para concorrer às eleições autárquicas vão permitir-nos também o contacto e o conhecimento de largos milhares de democratas de todo o país, e são uma fonte de recrutamento a não perder.
Em muitos casos, «o recrutamento de novos militantes e a sua integração é uma questão decisiva para o início do trabalho partidário em muitas empresas e locais de trabalho, para a criação de novas células e para o rejuvenescimento da organização em vários sectores e empresas, e constitui um elemento vital para assegurar o futuro da organização partidária e o reforço da sua intervenção» . Noutros casos, a destruição do aparelho produtivo nacional, o desmantelamento de grandes empresas, as reformas antecipadas e o desemprego de muitos quadros exigem uma discussão atenta sobre o recrutamento, a fim de assegurar a continuidade da influência do Partido no futuro.
A militância
A militância, a participação de cada militante, é o elemento decisivo da força do Partido. Integrar cada novo camarada num organismo, procurar que assuma uma tarefa regular, por pequena que seja, adequada à sua disponibilidade, ao seu gosto pessoal, às suas capacidades e às necessidades de intervenção do Partido, contribui para o seu progressivo entendimento e envolvimento no Partido e na luta.
Devemos ter como preocupação constante no trabalho quotidiano a integração de um número sempre crescente de militantes na dinâmica partidária. O recrutamento de novos camaradas é uma importantíssima linha de trabalho, como também o é a acção nacional de contacto com os membros do Partido. Os contactos já realizados contribuíram, entre outros, para o aumento do núcleo activo, trazendo de volta ao trabalho e ao contacto mais regulares muitos camaradas há algum tempo desligados, bem como a actualização das empresas e locais de trabalho de milhares de militantes. Este último aspecto permite, quando bem utilizado, uma maior estruturação da base do Partido e uma maior ligação aos problemas dos trabalhadores.
Quando afirmamos que queremos viver a transformar a vida, afirmamos que é natural no Partido intervir revolucionariamente sobre o que nos rodeia. É responsabilidade de todas as organizações, de todos os organismos, de todos os militantes, discutir e promover acções do Partido sobre o meio em que actuam, sobre todos os aspectos da vida dos trabalhadores e das populações, tomando posição, agitando, dinamizando lutas para resolver problemas, prestigiando o Partido junto das massas e contribuindo para a sua tomada de consciência.