Hipocrisia dos EUA
O diário Quan Doi Nhan Nan, órgão do Exército Popular do Vietname, acusa o relatório sobre direitos humanos publicado no início de Março pelo Departamento de Estado dos EUA de distorcer completamente a realidade vietnamita nesta matéria.
Na sua edição de segunda-feira, o jornal salienta a hipocrisia norte-americana de se arvorar em paladino dos direitos humanos para intervir na soberania de mais de 100 países, incluindo o Vietname.
«O regime de Washington não tem nenhuma autoridade para pretender ensinar o Vietname a tratar o problema dos direitos humanos», afirma o jornal, recordando os crimes cometidos pelos EUA ao longo do século XX, e que continuam até aos dias de hoje, contra etnias, povos, culturas e nações.
O Quan Noi Nhan Nan lembra que os EUA, durante as guerras de agressão neo-colonialistas conduzidas pelo regime americano nos últimos 40 anos - principalmente durante a Guerra do Vietname, destacada pelo jornal como a maior guerra química da história levada por uma nação contra uma outra -, desrespeitaram tratados e acordos militares que proíbem o uso de armas químicas.
Estas práticas por parte dos EUA não são coisa do passado, sublinha o jornal, apontando como exemplo as repetidas violações de direitos humanos nas prisões do Iraque e no campo de concentração de Guantánamo, entre outras, bem como a manifesta indiferença perante o trágico destino de milhões de vietnamitas vítimas do ‘agente laranja’ usado pelos norte-americanos na guerra contra o Vietname
Garantindo que Hanói faz grandes esforços para erradicar a fome, reduzir a pobreza e democratizar a vida nacional, o artigo aconselha os EUA a preocuparem-se mais com o facto de existirem no seu país cerca de 30 milhões de consumidores de drogas e 40 milhões de pobres, e assinala a contradição de ser nos EUA que estão a ser promulgadas leis cada vez mais restritivas da liberdades civis.
O jornal reitera a decisão do Vietname de lutar, com outros países, por um mundo de paz, segurança e verdadeiro respeito pelos direitos e liberdades fundamentais do homem, e repudia as manobras da Casa Branca para, a pretexto dos direitos humanos, tentar uma vez mais intervir na sua independência, soberania e assuntos internos.
Na sua edição de segunda-feira, o jornal salienta a hipocrisia norte-americana de se arvorar em paladino dos direitos humanos para intervir na soberania de mais de 100 países, incluindo o Vietname.
«O regime de Washington não tem nenhuma autoridade para pretender ensinar o Vietname a tratar o problema dos direitos humanos», afirma o jornal, recordando os crimes cometidos pelos EUA ao longo do século XX, e que continuam até aos dias de hoje, contra etnias, povos, culturas e nações.
O Quan Noi Nhan Nan lembra que os EUA, durante as guerras de agressão neo-colonialistas conduzidas pelo regime americano nos últimos 40 anos - principalmente durante a Guerra do Vietname, destacada pelo jornal como a maior guerra química da história levada por uma nação contra uma outra -, desrespeitaram tratados e acordos militares que proíbem o uso de armas químicas.
Estas práticas por parte dos EUA não são coisa do passado, sublinha o jornal, apontando como exemplo as repetidas violações de direitos humanos nas prisões do Iraque e no campo de concentração de Guantánamo, entre outras, bem como a manifesta indiferença perante o trágico destino de milhões de vietnamitas vítimas do ‘agente laranja’ usado pelos norte-americanos na guerra contra o Vietname
Garantindo que Hanói faz grandes esforços para erradicar a fome, reduzir a pobreza e democratizar a vida nacional, o artigo aconselha os EUA a preocuparem-se mais com o facto de existirem no seu país cerca de 30 milhões de consumidores de drogas e 40 milhões de pobres, e assinala a contradição de ser nos EUA que estão a ser promulgadas leis cada vez mais restritivas da liberdades civis.
O jornal reitera a decisão do Vietname de lutar, com outros países, por um mundo de paz, segurança e verdadeiro respeito pelos direitos e liberdades fundamentais do homem, e repudia as manobras da Casa Branca para, a pretexto dos direitos humanos, tentar uma vez mais intervir na sua independência, soberania e assuntos internos.