Neo-nazis formam aliança
O Partido Nacionalista (NPD) anunciou no fim-de-semana a intenção de apresentar uma lista conjunta com a União do Povo Alemão (DVU) para as eleições gerais de 2006, com vista a elegerem deputados para o parlamento federal.
Nas eleições regionais realizadas na Saxónia, em 19 de Setembro, o NPD obteve 9,2 por cento dos votos e, pela primeira vez desde 1968, obteve assento num parlamento regional.
A União do Povo Alemão (DVU), por sua vez, obteve 6,1 por cento nas eleições de Brandeburgo, tendo conseguido, assim, revalidar a sua presença no parlamento regional pela segunda legislatura consecutiva.
Reagindo a esta aliança dos neo-nazis, o secretário-geral do Partido Social-Democrata (SPD), Klaus-Uwe Benneter, considerou que a democracia alemã é suficientemente estável para poder lidar com formações da extrema-direita, mas reconheceu se deve levar «muito a sério» o crescente apoio que estes partidos registam.
Também o vice-presidente do grupo parlamentar do Partido Democrata-Cristão, Wolfgang Bosbach, classificou como preocupante a situação, mostrando-se todavia confiante na «recuperação» dos «partidos democráticos».
Uma sondagem realizada após as eleições de Setembro indicou que dois terços dos votantes nos partidos neo-nazis fizeram-no não por convicção, mas em sinal de protesto contra as políticas governamentais.
Contudo, a presidente dos Verdes, partido que integra a coligação governamental, Cláudia Roth, notou que a aliança das duas forças de extrema-direita constitui uma nova situação que não deve ser subestimada.
Nas eleições regionais realizadas na Saxónia, em 19 de Setembro, o NPD obteve 9,2 por cento dos votos e, pela primeira vez desde 1968, obteve assento num parlamento regional.
A União do Povo Alemão (DVU), por sua vez, obteve 6,1 por cento nas eleições de Brandeburgo, tendo conseguido, assim, revalidar a sua presença no parlamento regional pela segunda legislatura consecutiva.
Reagindo a esta aliança dos neo-nazis, o secretário-geral do Partido Social-Democrata (SPD), Klaus-Uwe Benneter, considerou que a democracia alemã é suficientemente estável para poder lidar com formações da extrema-direita, mas reconheceu se deve levar «muito a sério» o crescente apoio que estes partidos registam.
Também o vice-presidente do grupo parlamentar do Partido Democrata-Cristão, Wolfgang Bosbach, classificou como preocupante a situação, mostrando-se todavia confiante na «recuperação» dos «partidos democráticos».
Uma sondagem realizada após as eleições de Setembro indicou que dois terços dos votantes nos partidos neo-nazis fizeram-no não por convicção, mas em sinal de protesto contra as políticas governamentais.
Contudo, a presidente dos Verdes, partido que integra a coligação governamental, Cláudia Roth, notou que a aliança das duas forças de extrema-direita constitui uma nova situação que não deve ser subestimada.