Exclusão bancária afecta 10% da população
Um relatório do Instituto Mundial de Caixas de Poupança (World Savings Banks Institute – WSBI) conclui que apenas 20 por cento da população da maioria dos países em desenvolvimento têm acesso a serviços financeiros.
Nos países industrializados, a percentagem de excluídos é muito inferior mas, ainda assim, atinge dez por cento da população. Entre estes estão sobretudo indivíduos sem recursos, mas também residentes em bairros problemáticos ou nos meios rurais onde os bancos comerciais não possuem dependências.
Por outro lado, a organização manifesta preocupação com a «adopção de políticas cada vez mais selectivas por parte dos bancos comerciais, que se direccionam para os clientes mais rentáveis».
Na sua assembleia anual, realizada em 27 de Outubro, o Instituto lembrou que em 2005 irá decorrer o ano internacional do microcrédito, iniciativa destinada a favorecer a criação de empresas por pessoas de fracos recursos.
Nesse sentido, o WSBI, que agrupa 1150 instituições financeiras em 89 países, aprovou uma resolução que defende «o acesso de todos aos serviços financeiros», exortando os bancos a banir políticas discriminatórias e apelando aos governos para que se empenhem neste combate.
A organização considera «o acesso aos serviços financeiros [conta à ordem, meios de pagamento associados e crédito] como um dos desafios mais importantes e uma condição para o desenvolvimento sócio-económico equilibrado», como efeitos positivos no «crescimento económico e coesão social».
Nos países industrializados, a percentagem de excluídos é muito inferior mas, ainda assim, atinge dez por cento da população. Entre estes estão sobretudo indivíduos sem recursos, mas também residentes em bairros problemáticos ou nos meios rurais onde os bancos comerciais não possuem dependências.
Por outro lado, a organização manifesta preocupação com a «adopção de políticas cada vez mais selectivas por parte dos bancos comerciais, que se direccionam para os clientes mais rentáveis».
Na sua assembleia anual, realizada em 27 de Outubro, o Instituto lembrou que em 2005 irá decorrer o ano internacional do microcrédito, iniciativa destinada a favorecer a criação de empresas por pessoas de fracos recursos.
Nesse sentido, o WSBI, que agrupa 1150 instituições financeiras em 89 países, aprovou uma resolução que defende «o acesso de todos aos serviços financeiros», exortando os bancos a banir políticas discriminatórias e apelando aos governos para que se empenhem neste combate.
A organização considera «o acesso aos serviços financeiros [conta à ordem, meios de pagamento associados e crédito] como um dos desafios mais importantes e uma condição para o desenvolvimento sócio-económico equilibrado», como efeitos positivos no «crescimento económico e coesão social».