Cartas na Mesa
Fernando Vieira de Sá, antigo colaborador de Bento Jesus Caraça na «Biblioteca Cosmos», editou, recentemente, a obra «Cartas na Mesa», um livro, publicado pela Moinho de Papel, baseado nas suas andanças pelo mundo - enquanto técnico da FAO (Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas) - e pela vida.
Com uma linguagem viva e plena de sábia ironia, este livro fala «dos tempos de estudo e de bombardeamentos em Inglaterra, de encontros com António Ferro no SNI, Bernardino Machado em Mantelães e António Aleixo e Tossan no sanatório de Covões, da Coimbra da Universidade, da Vértice e da Coimbra Editora, das vivências em Aveiro durante após a 2.ª Guerra Mundial, das recordações dos tempos românticos da Escola da Aviação Naval de S. Jacinto, do desastre do bota-abaixo da Nau Portugal, construída para a Exposição do Mundo Português, do desenrascanço lusitano e da má qualidade do queijo nacional, do iletrismo das classes dirigentes, dos encontros e oportunismos, à corrupção, ao servilismo acéfalo e à ganância de todos os tempos», ressalva Manuel Machado Sá Marques, no prefácio desta obra.
Trata-se assim de um precioso documento de alguém que atravessou o século XX e se mantém, quase a completar noventa anos de vida, a sonhar e a acreditar que o impossível pode, em cada dia, tornar-se possível.
Com uma linguagem viva e plena de sábia ironia, este livro fala «dos tempos de estudo e de bombardeamentos em Inglaterra, de encontros com António Ferro no SNI, Bernardino Machado em Mantelães e António Aleixo e Tossan no sanatório de Covões, da Coimbra da Universidade, da Vértice e da Coimbra Editora, das vivências em Aveiro durante após a 2.ª Guerra Mundial, das recordações dos tempos românticos da Escola da Aviação Naval de S. Jacinto, do desastre do bota-abaixo da Nau Portugal, construída para a Exposição do Mundo Português, do desenrascanço lusitano e da má qualidade do queijo nacional, do iletrismo das classes dirigentes, dos encontros e oportunismos, à corrupção, ao servilismo acéfalo e à ganância de todos os tempos», ressalva Manuel Machado Sá Marques, no prefácio desta obra.
Trata-se assim de um precioso documento de alguém que atravessou o século XX e se mantém, quase a completar noventa anos de vida, a sonhar e a acreditar que o impossível pode, em cada dia, tornar-se possível.