A «Central» da manipulação
Um traço da situação actual – no rescaldo da crise política que resultou da recente derrota eleitoral da direita – é o peso ainda maior que, no domínio de classe imposto à democracia portuguesa, vem assumindo o «4º poder», tal qual existe – «complexo empresarial mediático» de grandes interesses, que decidem nos media dominantes e em áreas conexas de produção ideológica, marketing, publicidade e especáculo.
Em síntese, o seu objectivo são os «dividendos», os directos e os indirectos - que se repercutem nas inúmeras conexões dos interesses, no lobing e nos grandes negócios, a médio/longo prazo.
Um dos seus instrumentos mais evidentes é a emergência de «lideranças de plástico», feitas de encomenda pelo «4º poder», com suporte na telegenia, no telepopulismo e na sujeição «radical» da política ao especáculo mediático. Aqui e agora, os resultados são claros – os parceiros mediáticos S.Lopes, Primeiro Ministro, e J.Sócrates, vencedor pré-anunciado da luta pela liderança do PS.
E um novo passo significativo é a «Central de Informação» do Governo, esboçada antes da «remodelação» e agora em instalação pela mão do Ministro M.Sarmento.
São seus objectivos assumidos: «optmizar a recolha e tratamento da informação sobre o Executivo», «gerir os timings e conteúdos políticos e as estratégias de acção», «coordenar os gabinetes de imprensa dos ministérios» e «elaborar sondagens».
Trata-se portanto de fazer da «Central» o «Estado Maior» do governo. Claro que ao serviço dos seus interesses de classe, mas visando sempre a projecão de imagem, a mediatização e a manipulação dos timings, conteúdos e estratégias, numa «campanha permanente», cujo critério é o sucesso da mistificação produzida, em benefício de interesses pré-determinados, previsivelmente da próxima manobra de S.Lopes, como fez o «núcleo duro da Central» pela «carreira europeia» de D.Barroso.
O resto são tretas e mistificações. Não haverá qualquer poupança em o Governo contratar, provavelmente tão bem pagos como os «spin doctors» (doutores em manipulação) de P.Portas, uns vinte(!) especialistas duma empresa de marketing que, «por coincidência», tem bons contratos em áreas sob tutela de M.Sarmento e ligações às campanhas eleitorais da direita.
É com a derrota urgente deste Governo e da sua «Central» de manipulação que o país, os trabalhadores e o povo têm muito a ganhar.
Em síntese, o seu objectivo são os «dividendos», os directos e os indirectos - que se repercutem nas inúmeras conexões dos interesses, no lobing e nos grandes negócios, a médio/longo prazo.
Um dos seus instrumentos mais evidentes é a emergência de «lideranças de plástico», feitas de encomenda pelo «4º poder», com suporte na telegenia, no telepopulismo e na sujeição «radical» da política ao especáculo mediático. Aqui e agora, os resultados são claros – os parceiros mediáticos S.Lopes, Primeiro Ministro, e J.Sócrates, vencedor pré-anunciado da luta pela liderança do PS.
E um novo passo significativo é a «Central de Informação» do Governo, esboçada antes da «remodelação» e agora em instalação pela mão do Ministro M.Sarmento.
São seus objectivos assumidos: «optmizar a recolha e tratamento da informação sobre o Executivo», «gerir os timings e conteúdos políticos e as estratégias de acção», «coordenar os gabinetes de imprensa dos ministérios» e «elaborar sondagens».
Trata-se portanto de fazer da «Central» o «Estado Maior» do governo. Claro que ao serviço dos seus interesses de classe, mas visando sempre a projecão de imagem, a mediatização e a manipulação dos timings, conteúdos e estratégias, numa «campanha permanente», cujo critério é o sucesso da mistificação produzida, em benefício de interesses pré-determinados, previsivelmente da próxima manobra de S.Lopes, como fez o «núcleo duro da Central» pela «carreira europeia» de D.Barroso.
O resto são tretas e mistificações. Não haverá qualquer poupança em o Governo contratar, provavelmente tão bem pagos como os «spin doctors» (doutores em manipulação) de P.Portas, uns vinte(!) especialistas duma empresa de marketing que, «por coincidência», tem bons contratos em áreas sob tutela de M.Sarmento e ligações às campanhas eleitorais da direita.
É com a derrota urgente deste Governo e da sua «Central» de manipulação que o país, os trabalhadores e o povo têm muito a ganhar.