Manifestação em Quito
Milhares de manifestantes oriundos de 44 países encheram as ruas da capital do Equador, Quito, a 28 de Julho, em protesto contra a política agressiva dos EUA e pela unidade latino-americana.
A jornada de luta foi convocada para repudiar a Área de Livre Comércio das Américas (ALCA) e os tratados bilaterais de livre comércio, mas cedo se transformou num protesto em que convergiram as reivindicações mais sentidas na região, como noticiou Rebelion na sua edição online de 30 de Julho.
Segundo aquela fonte, ali convergiram organizações indígenas e de mulheres, movimentos de jovens e organizações de defesa dos direitos humanos, ecologistas e partidos de esquerda, grupos de solidariedade com Cuba e com a Venezuela, só para citar alguns, que fizeram ouvir bem alto o seu repúdio pelas políticas militaristas e expansionistas dos EUA, os acordos de «livre comércio», e reiteraram os apelos à unidade regional.
«Não queremos e não nos apetece ser uma colónia norte-americana, queremos e apetece-nos ser América Latina livre e soberana», foi uma das palavras de ordem mais ouvidas, tal como «Se eles globalizam a miséria, nos globalizamos a resistência».
As forças policiais que fazem segurança à embaixada norte-americana em Quito tentaram impedir os manifestantes de passar em frente do edifício, mas sem sucesso. A marcha avançou, sem incidentes.
A jornada de luta foi convocada para repudiar a Área de Livre Comércio das Américas (ALCA) e os tratados bilaterais de livre comércio, mas cedo se transformou num protesto em que convergiram as reivindicações mais sentidas na região, como noticiou Rebelion na sua edição online de 30 de Julho.
Segundo aquela fonte, ali convergiram organizações indígenas e de mulheres, movimentos de jovens e organizações de defesa dos direitos humanos, ecologistas e partidos de esquerda, grupos de solidariedade com Cuba e com a Venezuela, só para citar alguns, que fizeram ouvir bem alto o seu repúdio pelas políticas militaristas e expansionistas dos EUA, os acordos de «livre comércio», e reiteraram os apelos à unidade regional.
«Não queremos e não nos apetece ser uma colónia norte-americana, queremos e apetece-nos ser América Latina livre e soberana», foi uma das palavras de ordem mais ouvidas, tal como «Se eles globalizam a miséria, nos globalizamos a resistência».
As forças policiais que fazem segurança à embaixada norte-americana em Quito tentaram impedir os manifestantes de passar em frente do edifício, mas sem sucesso. A marcha avançou, sem incidentes.