Eleições na Indonésia
O general na reserva Susilo Bambang Yudhoyono foi o mais votado nas eleições presidenciais de segunda-feira, na Indonésia, mas não conseguiu a maioria necessária (mais de 50 por cento), pelo que terá de enfrentar uma segunda volta, a 20 de Setembro.
Num escrutínio que ficará para a História como o primeiro em que os indonésios puderam escolher o seu presidente por sufrágio universal directo, a grande questão que se coloca é a de saber quem será o adversário de Yudhoyono: se a ainda presidente Megawati Sukarnoputri ou o actual chefe das Forças Armadas, general Wiranto.
Os resultados oficiais só serão conhecidos dentro de 15 dias, o que significa que a tensão política poderá aumentar.
«A segunda volta será uma competição cara a cara, o que é mais duro. Os cidadãos podem ser mais susceptíveis à provocação e à agitação. A está em que tanto os candidatos como os dirigentes de campanha se saibam conter», advertiu Yudhoyono.
De acordo com a generalidade da imprensa local, o eleitorado deste país com 220 milhões de habitantes está desiludido com Megawati, que pode ser a grande derrotada destas eleições, por não ter correspondido às elevadas expectativas populares nela depositadas quando substituiu o ditador Suharto. Passados seis anos desde a queda da ditadura, em 1998, marcados pelos sucessivos confrontos e pelo agravamento da crise económica, os problemas do país considerado um dos mais corruptos do mundo continuam por resolver.
Sem grandes diferenças programáticas entre os candidatos, ganha vantagem Yudhoyono, que se apresenta como um homem firme e de confiança, prometendo melhorar as condições de vida da população.
Num escrutínio que ficará para a História como o primeiro em que os indonésios puderam escolher o seu presidente por sufrágio universal directo, a grande questão que se coloca é a de saber quem será o adversário de Yudhoyono: se a ainda presidente Megawati Sukarnoputri ou o actual chefe das Forças Armadas, general Wiranto.
Os resultados oficiais só serão conhecidos dentro de 15 dias, o que significa que a tensão política poderá aumentar.
«A segunda volta será uma competição cara a cara, o que é mais duro. Os cidadãos podem ser mais susceptíveis à provocação e à agitação. A está em que tanto os candidatos como os dirigentes de campanha se saibam conter», advertiu Yudhoyono.
De acordo com a generalidade da imprensa local, o eleitorado deste país com 220 milhões de habitantes está desiludido com Megawati, que pode ser a grande derrotada destas eleições, por não ter correspondido às elevadas expectativas populares nela depositadas quando substituiu o ditador Suharto. Passados seis anos desde a queda da ditadura, em 1998, marcados pelos sucessivos confrontos e pelo agravamento da crise económica, os problemas do país considerado um dos mais corruptos do mundo continuam por resolver.
Sem grandes diferenças programáticas entre os candidatos, ganha vantagem Yudhoyono, que se apresenta como um homem firme e de confiança, prometendo melhorar as condições de vida da população.