Vinte e cinco dias!
Em muitas das diferentes iniciativas já realizadas pelo PCP e pela CDU para as eleições para o Parlamento Europeu e no contacto directo com os trabalhadores e as populações é flagrante o grande e amplo descontentamento existente face à situação social e económica do País, assim como a crítica e repúdio do Governo PSD/CDS-PP.
Os trabalhadores, amplas camadas da população e diversificados sectores estão a ser gravemente prejudicados pela actual ofensiva da política de direita levada a cabo tanto a nível nacional como ao nível da União Europeia. É o desemprego a crescer, são empresas a encerrar, são as dificuldades com que se debatem as micro, pequenas e médias empresas, é a redução dos salários e os salários em atraso, é o custo de vida a aumentar, é a degradação da saúde e do ensino, é a vida cada vez mais difícil para os reformados, para os pequenos agricultores, para os pescadores, são os direitos e conquistas da Revolução de Abril a serem postos em causa.
Manifesta-se igualmente uma enorme descrença e falta de confiança. Depois de 28 anos de política de direita concretizada por todas as combinações possíveis de governos entre o PS, PSD e CDS-PP, face às sucessivas mentiras e manipulações destas forças políticas - dizendo uma coisa e fazendo o seu contrário -, é comum a afirmação da falsa ideia de que «são todos iguais...», que «todos querem o mesmo...» ou que «vocês – a CDU – não vão lá...».
Provocar o diálogo e o debate
Pelo que é da máxima importância aumentar o número de iniciativas de contacto com os trabalhadores e com as populações, nas empresas, nos mercados, nos transportes, nos centros de dia, nas escolas, provocando o diálogo e o debate.
Demonstrando que, afinal, não «são todos iguais», que a CDU é diferente. Porque não esteve no governo. Porque não aparece só nas eleições. Porque é a força política que sempre esteve e está com os trabalhadores, os jovens, as mulheres, os reformados e com muitas outras camadas da população na defesa dos seus mais legítimos direitos e pela melhoria das suas condições de vida.
Demonstrando, afinal, que nem «todos querem o mesmo», que os eleitos da CDU têm o principio de não serem beneficiados nem prejudicados financeiramente, que cumprem os seus compromissos, que realizam a sua actividade mantendo uma intensa e permanente ligação com os trabalhadores e as populações, defendendo as suas justas reivindicações e aspirações.
Demonstrando, afinal, que depende de cada um se a CDU vai lá ou não vai, e que é justo e necessário que vá, ou seja, que os trabalhadores e as populações votem naqueles que efectivamente defendem os seus interesses, ultrapassando injustos preconceitos e intensas pressões, combatendo manipulações e tentativas de condicionamento do voto vinculadas pela comunicação social dominante, nomeadamente através das ditas sondagens.
Semear a confiança
e mobilizar vontades
É fundamental que nos próximos vinte e cinco dias, cada organização do Partido e cada um de nós, em cada empresa ou sector, em cada concelho ou freguesia, em cada autarquia ou sindicato, junto dos agricultores ou dos pescadores, dos jovens ou dos reformados, junto dos cidadãos portadores de deficiência, junto de todos aqueles que são atingidos pelas consequências da política de direita, transforme o legítimo descontentamento em protesto político consequente, mobilizando para o voto na CDU! É necessário semear confiança e mobilizar vontades para a eleição de deputadas e deputados ao Parlamento Europeu, como Ilda Figueiredo, Sérgio Ribeiro, Odete Santos ou Heloísa Apolónia, que lutam e lutarão firmemente pelo emprego com direitos, por serviços públicos de qualidade, pela defesa e valorização do sistema produtivo nacional, pela melhorias das condições de vida do povo português, pela soberania nacional, pela paz e pela amizade com todos os povos do mundo!
Os trabalhadores, amplas camadas da população e diversificados sectores estão a ser gravemente prejudicados pela actual ofensiva da política de direita levada a cabo tanto a nível nacional como ao nível da União Europeia. É o desemprego a crescer, são empresas a encerrar, são as dificuldades com que se debatem as micro, pequenas e médias empresas, é a redução dos salários e os salários em atraso, é o custo de vida a aumentar, é a degradação da saúde e do ensino, é a vida cada vez mais difícil para os reformados, para os pequenos agricultores, para os pescadores, são os direitos e conquistas da Revolução de Abril a serem postos em causa.
Manifesta-se igualmente uma enorme descrença e falta de confiança. Depois de 28 anos de política de direita concretizada por todas as combinações possíveis de governos entre o PS, PSD e CDS-PP, face às sucessivas mentiras e manipulações destas forças políticas - dizendo uma coisa e fazendo o seu contrário -, é comum a afirmação da falsa ideia de que «são todos iguais...», que «todos querem o mesmo...» ou que «vocês – a CDU – não vão lá...».
Provocar o diálogo e o debate
Pelo que é da máxima importância aumentar o número de iniciativas de contacto com os trabalhadores e com as populações, nas empresas, nos mercados, nos transportes, nos centros de dia, nas escolas, provocando o diálogo e o debate.
Demonstrando que, afinal, não «são todos iguais», que a CDU é diferente. Porque não esteve no governo. Porque não aparece só nas eleições. Porque é a força política que sempre esteve e está com os trabalhadores, os jovens, as mulheres, os reformados e com muitas outras camadas da população na defesa dos seus mais legítimos direitos e pela melhoria das suas condições de vida.
Demonstrando, afinal, que nem «todos querem o mesmo», que os eleitos da CDU têm o principio de não serem beneficiados nem prejudicados financeiramente, que cumprem os seus compromissos, que realizam a sua actividade mantendo uma intensa e permanente ligação com os trabalhadores e as populações, defendendo as suas justas reivindicações e aspirações.
Demonstrando, afinal, que depende de cada um se a CDU vai lá ou não vai, e que é justo e necessário que vá, ou seja, que os trabalhadores e as populações votem naqueles que efectivamente defendem os seus interesses, ultrapassando injustos preconceitos e intensas pressões, combatendo manipulações e tentativas de condicionamento do voto vinculadas pela comunicação social dominante, nomeadamente através das ditas sondagens.
Semear a confiança
e mobilizar vontades
É fundamental que nos próximos vinte e cinco dias, cada organização do Partido e cada um de nós, em cada empresa ou sector, em cada concelho ou freguesia, em cada autarquia ou sindicato, junto dos agricultores ou dos pescadores, dos jovens ou dos reformados, junto dos cidadãos portadores de deficiência, junto de todos aqueles que são atingidos pelas consequências da política de direita, transforme o legítimo descontentamento em protesto político consequente, mobilizando para o voto na CDU! É necessário semear confiança e mobilizar vontades para a eleição de deputadas e deputados ao Parlamento Europeu, como Ilda Figueiredo, Sérgio Ribeiro, Odete Santos ou Heloísa Apolónia, que lutam e lutarão firmemente pelo emprego com direitos, por serviços públicos de qualidade, pela defesa e valorização do sistema produtivo nacional, pela melhorias das condições de vida do povo português, pela soberania nacional, pela paz e pela amizade com todos os povos do mundo!