Impulso militarista
Os ministros da Defesa europeus aprovaram na segunda-feira, 17, um plano para desenvolver as capacidades militares da UE até 2010.
A UE anunciará em Junho oficialmente a criação da Agência Europeia de Armamento
Apresentado pelo alto representante para a política externa e de segurança comum, Javier Solana, o programa visa, até ao final do semestre, a criação de uma célula de planificação civil e militar e de uma Agência Europeia de Armamento da UE, bem como impulsionar a constituição de batalhões de reacção rápida.
Os 25 Estados-membros comprometeram-se a realizar nos próximos anos esforços de transformação das suas forças armadas para que possam interagir tanto a nível técnico como em termos de capacidade.
A Agência de Armamento, que irá ser oficialmente lançada na próxima cimeira de chefes de Estado e de governo, em Junho, terá como funções coordenar a aquisição de armamento e determinar as principais carências da União nesta matéria. Ficando sob a responsabilidade de Solana, contará com um comité executivo composto pelos 25 ministros da Defesa da UE. A Agência tem ainda como objectivo desenvolver a indústria de defesa e fomentar a investigação no âmbito militar.
Os 25 ministros terão ainda apoiado a criação, já a partir de Junho próximo, da célula de planificação civil e militar, que ficará na dependência do Conselho de Ministros e visa dotar a União de meios de planificação de missões de manutenção de paz de forma autónoma, sem depender da NATO.
Até 2005, deverão estar igualmente operacionais as unidades de reacção rápida para responder a situações de crise ou a pedidos de intervenção da ONU e países terceiros, sobretudo em África. Neste sentido, os responsáveis europeus da Defesa apontaram como meta a constituição de nove unidades deste tipo até 2007, cada uma das quais com 1500 efectivos prontos a entrar em acção num prazo de dez dias após recebimento de ordem.
Os 25 Estados-membros comprometeram-se a realizar nos próximos anos esforços de transformação das suas forças armadas para que possam interagir tanto a nível técnico como em termos de capacidade.
A Agência de Armamento, que irá ser oficialmente lançada na próxima cimeira de chefes de Estado e de governo, em Junho, terá como funções coordenar a aquisição de armamento e determinar as principais carências da União nesta matéria. Ficando sob a responsabilidade de Solana, contará com um comité executivo composto pelos 25 ministros da Defesa da UE. A Agência tem ainda como objectivo desenvolver a indústria de defesa e fomentar a investigação no âmbito militar.
Os 25 ministros terão ainda apoiado a criação, já a partir de Junho próximo, da célula de planificação civil e militar, que ficará na dependência do Conselho de Ministros e visa dotar a União de meios de planificação de missões de manutenção de paz de forma autónoma, sem depender da NATO.
Até 2005, deverão estar igualmente operacionais as unidades de reacção rápida para responder a situações de crise ou a pedidos de intervenção da ONU e países terceiros, sobretudo em África. Neste sentido, os responsáveis europeus da Defesa apontaram como meta a constituição de nove unidades deste tipo até 2007, cada uma das quais com 1500 efectivos prontos a entrar em acção num prazo de dez dias após recebimento de ordem.