Trabalhadores-estudantes têm dificuldades duplas
A situação dos trabalhadores-estudantes foi agravada nos últimos anos. Na CNES, Luís Vieira referiu o encerramento de cursos nocturnos e o sistema de prescrições: «Antes ainda havia aulas nocturnas, embora em número reduzido, mas agora foram quase todos fechados. O Presidente da República tem uma posição demagógica. Há meses apelou para que a população se dedicasse ao estudo depois do trabalho e agora assiste a isto sem falar.»
A única alternativa para muitos trabalhadores-estudantes é o ensino privado, apesar de ser para muitos insuportável devido às propinas altas e aos baixos salários dos portugueses. «Muitos de nós têm a cargo a família e lidam com muitas dificuldades por causas das despesas. Este é o resultado da desresponsabilização do Estado na formação da população, esta é a óptica capitalista da educação», declarou.
Luís Vieira contou ainda casos de trabalhadores-estudantes que se viram excluídos em candidaturas a novos empregos apenas por estarem a estudar. «Temos o futuro nas nossas mãos. Resta-nos lutar», afirmou.
A única alternativa para muitos trabalhadores-estudantes é o ensino privado, apesar de ser para muitos insuportável devido às propinas altas e aos baixos salários dos portugueses. «Muitos de nós têm a cargo a família e lidam com muitas dificuldades por causas das despesas. Este é o resultado da desresponsabilização do Estado na formação da população, esta é a óptica capitalista da educação», declarou.
Luís Vieira contou ainda casos de trabalhadores-estudantes que se viram excluídos em candidaturas a novos empregos apenas por estarem a estudar. «Temos o futuro nas nossas mãos. Resta-nos lutar», afirmou.