Eleições na Soflusa
A Lista A, unitária, recolheu a maioria dos votos, nas eleições de dia 17, para a Comissão de Trabalhadores da Soflusa. Dos 234 funcionários com direito de voto, foram às urnas 130; 64 votaram na Lista A, que elegeu 3 membros da CT, e 52 escolheram a Lista B, que fica com 2 lugares na estrutura. Em nota enviada à nossa Redacção, a Comissão Concelhia do Barreiro do PCP considera o resultado como «importante vitória».
«A questão a que iremos dar maior atenção prende-se com a unidade do todos os trabalhadores da Soflusa, porque entendemos que, nos próximos tempos, será necessário desenvolvermos uma forte luta», afirmam, em comunicado, os candidatos que integraram a lista vencedora. Reafirmam que «tudo faremos para concretizar as principais prioridades que apresentámos durante a campanha eleitoral», nomeadamente, o desenvolvimento da empresa e a defesa dos postos de trabalho, a melhoria das condições de trabalho e das instalações de apoio. Para «cumprir com a confiança que em nós foi depositada», irão actuar «sempre em estreita ligação com as estruturas sindicais e todos os trabalhadores».
Emef
brinca
A administração da Emef «brinca às negociações», acusa o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário. Num comunicado que distribuiu após a reunião realizada sexta-feira, «que deveria ser de negociação», o sindicato informa que a administração da Empresa de Manutenção de Equipamentos Ferroviários «finalmente avançou com uma proposta». Só que esta traduz-se em actualizações de 1,75 por cento na tabela salarial e em 1,5 por cento no subsídio de refeição e ajudas de custo.
«Estamos perante uma administração sem autonomia e capacidade de acção», cujos elementos «se mantêm nos lugares, não para gerir e administrar, mas para receberem os seus vencimentos, sem que a Emef veja qualquer resultado prático da sua manutenção na empresa», comenta o sindicato.
O SNTSF/CGTP-IN critica ainda o facto de a administração só ter agendado para dia 2 de Abril a próxima reunião. Naquela data, já terão passado dois meses desde a data em que deveriam vigorar novos salários. O sindicato exige um aumento salarial de 5 por cento, com garantia de um mínimo de 30 euros, e a redução do horário de trabalho. «Sem respostas a estas reivindicações, a administração, em vez de um clima de paz social, terá a mobilização e a acção dos trabalhadores», conclui o comunicado.
«A questão a que iremos dar maior atenção prende-se com a unidade do todos os trabalhadores da Soflusa, porque entendemos que, nos próximos tempos, será necessário desenvolvermos uma forte luta», afirmam, em comunicado, os candidatos que integraram a lista vencedora. Reafirmam que «tudo faremos para concretizar as principais prioridades que apresentámos durante a campanha eleitoral», nomeadamente, o desenvolvimento da empresa e a defesa dos postos de trabalho, a melhoria das condições de trabalho e das instalações de apoio. Para «cumprir com a confiança que em nós foi depositada», irão actuar «sempre em estreita ligação com as estruturas sindicais e todos os trabalhadores».
Emef
brinca
A administração da Emef «brinca às negociações», acusa o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário. Num comunicado que distribuiu após a reunião realizada sexta-feira, «que deveria ser de negociação», o sindicato informa que a administração da Empresa de Manutenção de Equipamentos Ferroviários «finalmente avançou com uma proposta». Só que esta traduz-se em actualizações de 1,75 por cento na tabela salarial e em 1,5 por cento no subsídio de refeição e ajudas de custo.
«Estamos perante uma administração sem autonomia e capacidade de acção», cujos elementos «se mantêm nos lugares, não para gerir e administrar, mas para receberem os seus vencimentos, sem que a Emef veja qualquer resultado prático da sua manutenção na empresa», comenta o sindicato.
O SNTSF/CGTP-IN critica ainda o facto de a administração só ter agendado para dia 2 de Abril a próxima reunião. Naquela data, já terão passado dois meses desde a data em que deveriam vigorar novos salários. O sindicato exige um aumento salarial de 5 por cento, com garantia de um mínimo de 30 euros, e a redução do horário de trabalho. «Sem respostas a estas reivindicações, a administração, em vez de um clima de paz social, terá a mobilização e a acção dos trabalhadores», conclui o comunicado.