Faltam máscaras de oxigénio
Os Bombeiros de Setúbal e Palmela acusaram, este mês, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) de não fazer a reposição de máscaras de oxigénio para as ambulâncias atribuídas às duas corporações desde Maio de 2003.
Segundo o comandante dos Bombeiros Sapadores de Setúbal, Mário Macedo, «a Câmara Municipal tem-se substituído ao INEM, mas, no passado mês de Fevereiro, devido a um atraso nos serviços de aprovisionamento, a autarquia também não procedeu à reposição de máscaras de oxigénio, o que provocou uma situação de ruptura».
«Estamos a assistir os doentes com sondas nasais, que têm menores níveis de concentração de oxigénio», disse Mário Macedo, acrescentando que o INEM deveria repor, todos os meses, até um limite máximo de seis máscaras de oxigénio normais e quatro de alta concentração por ambulância.
Tal como acontece com os bombeiros Sapadores de Setúbal, o INEM também não está a proceder à reposição das máscaras de oxigénio para as ambulâncias (do INEM) ao serviço dos Bombeiros de Palmela.
Segundo o comandante dos Bombeiros Sapadores de Setúbal, Mário Macedo, «a Câmara Municipal tem-se substituído ao INEM, mas, no passado mês de Fevereiro, devido a um atraso nos serviços de aprovisionamento, a autarquia também não procedeu à reposição de máscaras de oxigénio, o que provocou uma situação de ruptura».
«Estamos a assistir os doentes com sondas nasais, que têm menores níveis de concentração de oxigénio», disse Mário Macedo, acrescentando que o INEM deveria repor, todos os meses, até um limite máximo de seis máscaras de oxigénio normais e quatro de alta concentração por ambulância.
Tal como acontece com os bombeiros Sapadores de Setúbal, o INEM também não está a proceder à reposição das máscaras de oxigénio para as ambulâncias (do INEM) ao serviço dos Bombeiros de Palmela.