Um ano depois do início da guerra
O Partido Ecologista «Os Verdes» (PEV) exigiu, sexta-feira, a verdade por parte do Governo em matéria de segurança e considerou que a preocupação existente em Portugal quanto a eventuais atentados resulta do apoio português à guerra no Iraque.
«Se Portugal não tivesse estado envolvido na guerra do Iraque certamente o nosso grau de preocupação não seria tão elevado, especialmente depois do que aconteceu em Madrid, no dia 11 de Março», lê-se no comunicado do PEV, após uma reunião com o presidente da República.
O documento dos ecologistas reafirma ainda «que o combate ao terrorismo não se faz com mais belicismo e com mais violência, mas sim com combate às suas causas, a miséria, a opressão, a discriminação, e pela via inteligente do diálogo e da diplomacia».
Durante o encontro, a deputada Heloísa Apolónia comunicou a Jorge Sampaio que a cultura de segurança, necessária em Portugal, só se pode transmitir e concretizar por via da verdade.
«Aos portugueses foi dito que a cimeira dos Açores era uma oportunidade para a paz, afinal era uma declaração de guerra», acusam, sublinhando a importância de adoptar medidas de segurança, «não apenas nos grandes eventos, mas também na vida quotidiana dos cidadãos, nomeadamente em locais de grande concentração de pessoas, mas assegurando seriamente o limite e a defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos».
«Se Portugal não tivesse estado envolvido na guerra do Iraque certamente o nosso grau de preocupação não seria tão elevado, especialmente depois do que aconteceu em Madrid, no dia 11 de Março», lê-se no comunicado do PEV, após uma reunião com o presidente da República.
O documento dos ecologistas reafirma ainda «que o combate ao terrorismo não se faz com mais belicismo e com mais violência, mas sim com combate às suas causas, a miséria, a opressão, a discriminação, e pela via inteligente do diálogo e da diplomacia».
Durante o encontro, a deputada Heloísa Apolónia comunicou a Jorge Sampaio que a cultura de segurança, necessária em Portugal, só se pode transmitir e concretizar por via da verdade.
«Aos portugueses foi dito que a cimeira dos Açores era uma oportunidade para a paz, afinal era uma declaração de guerra», acusam, sublinhando a importância de adoptar medidas de segurança, «não apenas nos grandes eventos, mas também na vida quotidiana dos cidadãos, nomeadamente em locais de grande concentração de pessoas, mas assegurando seriamente o limite e a defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos».