Não à privatização da OGMA
Os comunistas que trabalham nas Oficinas Gerais de Material Aeronáutico, OGMA, condenam o anúncio feito pelo primeiro-ministro na Assembleia da República, no passado dia 27, segundo o qual era chegado o momento de acelerar o processo de privatizações. Neste processo, inclui-se a privatização da OGMA, até ao primeiro trimestre do próximo ano.
Os comunistas consideram que a decisão do Governo confirma a justeza da denúncia que o PCP tem feito, de que as medidas de segmentação de áreas e sectores da empresa e de redução dos postos de trabalho que têm vindo a ser tomadas se destinam a «preparar caminho para a entrega desta importante empresa nacional ao grande capital nacional e estrangeiro». A célula do PCP afirma ainda que esta decisão é contrária ao desenvolvimento e progresso do País, e que «demonstra claramente que este Governo e a política de direita visam unicamente a satisfação dos interesses do grande capital.
Aos restantes trabalhadores da OGMA, os comunistas afirmam que é a luta o «caminho mais seguro» para a defesa dos direitos e para a manutenção da OGMA como empresa de capitais públicos, no combate a sua «segmentação ou alienação de partes». Os comunistas exigem ainda que os bons resultados obtidos pela empresa em 2003 se reflictam «num efectivo aumento salarial de todos os trabalhadores» e numa derrota das opções políticas do Governo e para a defesa do interesse nacional.
O PCP tem propostas para a empresa, que apostam no rumo exactamente inverso ao que tem sido seguido, com a manutenção da empresa pública e com respeito pelos direitos dos trabalhadores.
Os comunistas consideram que a decisão do Governo confirma a justeza da denúncia que o PCP tem feito, de que as medidas de segmentação de áreas e sectores da empresa e de redução dos postos de trabalho que têm vindo a ser tomadas se destinam a «preparar caminho para a entrega desta importante empresa nacional ao grande capital nacional e estrangeiro». A célula do PCP afirma ainda que esta decisão é contrária ao desenvolvimento e progresso do País, e que «demonstra claramente que este Governo e a política de direita visam unicamente a satisfação dos interesses do grande capital.
Aos restantes trabalhadores da OGMA, os comunistas afirmam que é a luta o «caminho mais seguro» para a defesa dos direitos e para a manutenção da OGMA como empresa de capitais públicos, no combate a sua «segmentação ou alienação de partes». Os comunistas exigem ainda que os bons resultados obtidos pela empresa em 2003 se reflictam «num efectivo aumento salarial de todos os trabalhadores» e numa derrota das opções políticas do Governo e para a defesa do interesse nacional.
O PCP tem propostas para a empresa, que apostam no rumo exactamente inverso ao que tem sido seguido, com a manutenção da empresa pública e com respeito pelos direitos dos trabalhadores.