Contra a extinção do Instituto Geológico Mineiro
Foi sexta-feira discutido na Assembleia da República o Projecto de Resolução de «Os Verdes» que propõe ao Governo a anulação da decisão de extinguir o Instituto Geológico e Mineiro (IGM). Os ecologistas consideram que a posição da maioria revelada no debate, ao manter o desmantelamento do IGM, é própria de um Governo incapaz de compreender a importância da investigação científica no desenvolvimento do país.
Em nota enviada ao Avante!, a deputada Isabel Castro considera que se trata de uma atitude irresponsável que vai privar o país de deter uma entidade com autonomia própria vocacionada para o estudo sistemático das geo-ciências, nomeadamente o estudo dos recursos hídricos subterrâneos, elaboração da cartografia geológica, preservação dos recursos naturais, estudo do impacto ambiental das minas abandonadas e sua recuperação, análise de risco sísmico e apoio ao ordenamento do território.
Ao ser consumada, esta decisão transformará Portugal no único país europeu, e num dos raros países do mundo, que fica sem interlocutor neste domínio, pondo em risco projectos de investigação em curso a nível europeu e internacional.
ETAR de Alcântara
A nível local, o agrupamento municipal do Partido Ecologista «Os Verdes» entregou, segunda-feira, na Assembleia Municipal de Lisboa um requerimento dirigido ao presidente da Câmara de Lisboa, no sentido de obter esclarecimentos sobre as obras da ETAR de Alcântara.
No documento, os ecologistas relembram que o anterior Executivo camarário procedeu em 1998 à abertura do concurso público para as obras da ETAR de Alcântara e em 2001 aprovou a minuta do respectivo contrato, segundo o qual o valor da obra rondaria os 6 milhões de contos e o prazo de execução seria de 675 dias. O que significa que se o processo seguisse os seus tramites normais, hoje já estaria a obra concluída.
Em nota enviada ao Avante!, a deputada Isabel Castro considera que se trata de uma atitude irresponsável que vai privar o país de deter uma entidade com autonomia própria vocacionada para o estudo sistemático das geo-ciências, nomeadamente o estudo dos recursos hídricos subterrâneos, elaboração da cartografia geológica, preservação dos recursos naturais, estudo do impacto ambiental das minas abandonadas e sua recuperação, análise de risco sísmico e apoio ao ordenamento do território.
Ao ser consumada, esta decisão transformará Portugal no único país europeu, e num dos raros países do mundo, que fica sem interlocutor neste domínio, pondo em risco projectos de investigação em curso a nível europeu e internacional.
ETAR de Alcântara
A nível local, o agrupamento municipal do Partido Ecologista «Os Verdes» entregou, segunda-feira, na Assembleia Municipal de Lisboa um requerimento dirigido ao presidente da Câmara de Lisboa, no sentido de obter esclarecimentos sobre as obras da ETAR de Alcântara.
No documento, os ecologistas relembram que o anterior Executivo camarário procedeu em 1998 à abertura do concurso público para as obras da ETAR de Alcântara e em 2001 aprovou a minuta do respectivo contrato, segundo o qual o valor da obra rondaria os 6 milhões de contos e o prazo de execução seria de 675 dias. O que significa que se o processo seguisse os seus tramites normais, hoje já estaria a obra concluída.