Contra a política do Governo
A greve nacional da Administração Pública, realizada na sexta-feira passada, 23, «constituiu uma demonstração inequívoca da unidade e combatividade dos trabalhadores contra a ofensiva desencadeada pelo Governo PSD-CDS/PP», sublinhou o Gabinete de Imprensa do PCP, em nota nesse dia divulgada à comunicação social. A greve e a Marcha da Educação, que mobilizaram centenas de milhar de trabalhadores, colocam, aliás, em sua opinião, a necessidade de derrotar uma política que é «de retrocesso social, agressão descarada aos rendimentos, condições de vidas e direitos dos trabalhadores da administração pública e de privatização dos serviços públicos e funções sociais do Estado».
Para o PCP, «ao contrário do que o Governo julgava quando desencadeou uma campanha de denegrimento e hostilização dos trabalhadores, procurando isolá-los dos outros sectores da população, vai ficando cada vez mais claro que este ataque aos direitos, aos salários e às regras de aposentação não está dissociado do objectivo de fundo de destruição ou redução do papel do Estado nas suas funções e responsabilidades sociais e de propósitos legislativos ditados pelos grandes interesses privados, em prejuízo tanto do interesse público e dos utentes e beneficiários como dos trabalhadores deste sector».
O PCP está, portanto, confiante na continuação do protesto e da luta social, o factor mais sólido e mais seguro para uma alternativa a esta política e a este Governo.
Para o PCP, «ao contrário do que o Governo julgava quando desencadeou uma campanha de denegrimento e hostilização dos trabalhadores, procurando isolá-los dos outros sectores da população, vai ficando cada vez mais claro que este ataque aos direitos, aos salários e às regras de aposentação não está dissociado do objectivo de fundo de destruição ou redução do papel do Estado nas suas funções e responsabilidades sociais e de propósitos legislativos ditados pelos grandes interesses privados, em prejuízo tanto do interesse público e dos utentes e beneficiários como dos trabalhadores deste sector».
O PCP está, portanto, confiante na continuação do protesto e da luta social, o factor mais sólido e mais seguro para uma alternativa a esta política e a este Governo.